Apresentação

Análise da relação entre Consciência Ambiental, ONG s Ambientalistas e os interesses internacionais do G-7, Primeiro Mundo e Nova Ordem Mundial. Interação entre Movimentos de Preservação Ambiental, Greenpeace e ideologia da Nova Ordem Mundial. Quais são os Países Centrais e os Periféricos. Porque brasileiros Ambientalistas defendem interesses do Primeiro Mundo? Não será meio de impedir crescimento de Nações Subdesenvolvidas? Temos tempo para pensar em nosso criador, Deus? Temos tido tempo de pensar nos sinais dos tempos, nos acontecimentos atuais, tal como o apocalipse? Pandemias, viroses, pestes, terremotos, tsunami, terrorismo induzido, crise financeira mundial. Cadê o aquecimento Global?, é só notícia; observem nossos invernos, são muito frios; qual praia que você conhece sumiu, em virtude de subida das águas pelo tal aquecimento global? Isso é terrorismo induzido. Quase tudo é só notícia e manchete por interesses terceiros ocultos. Após conhecer estes assuntos você nunca mais verá as notícias dos jornais da mesma forma que via antes.

O chip - A marca da Besta profetizada há mais de 2000 anos

A marca sobre a fronte e sobre a mão

Aos Sacerdotes, filhos prediletos de Nossa Senhora


Confira Apocalipse 7,1-4; 13,11-18; e Ezequiel 9, 1ss.

Hoje é a festa do nascimento da vossa Mãe Celeste (08/09), meus prediletos e filhos consagrados ao meu Coração Imaculado. Vivei na alegria e na paz, no silêncio e na oração, na confiança e no filial abandono.

Vós sois as pequeninas crianças da Vossa Mãe Menina. Vós sois parte da minha progênie e ponto de força do meu desígnio vitorioso. Vós formais uma coroa preciosa de pureza, de amor e de humildade em torno do berço no qual eu fui colocada. Deixai-vos nutrir e formar por mim; deixai-vos conduzir por mim com docilidade; deixai-vos marcar por mim com o meu materno sinete. Estes são os tempos nos quais os partidários daquele que se opõe a Cristo são assinalados com sua marca sobre a fronte e sobre a mão. A marca sobre a fronte e sobre a mão é expressão de total dependência daquele que é significado por este sinal. O sinal indica aquele que é o inimigo de Cristo, isto é, o anticristo, e a sua marca que vem impressa, significa o completo pertencer da pessoa assinalada ao exército daquele que se opõe a Cristo e luta conta o seu divino e real domínio.

A marca é impressa sobre a fronte e sobre a mão. A fronte indica a inteligência, porque a mente é a sede da razão humana. A mão exprime a atividade humana, porque é com as suas mãos que o homem opera e trabalha. Portanto, é a pessoa que está assinalada com a marca do Anticristo na sua inteligência e na sua vontade. Quem se deixa assinalar com a marca sobre a fronte é levado a acolher a doutrina da negação a Deus, da recusa da sua lei, do ateísmo que, nestes tempos, é cada vez mais difundido e propagado. É, assim, impelido a seguir as ideologias hoje em moda e a fazer-se propagador de todos os erros. Quem se deixa assinalar com a marca sobre a mão é obrigado a agir de maneira autônoma e independente de Deus, ordenando a própria atividade à procura de um bem só material e terreno. Assim, subtrai a sua ação ao desígnio do Pai, que quer iluminá-la e sustentá-la com a sua divina providência; ao amor do Filho que torna a fadiga humana um meio precioso para a sua própria redenção e santificação; ao poder do Espírito Santo que age em toda a parte para renovar interiormente cada criatura. Aquele que é assinalado com a marca sobre a mão trabalha só para si próprio, para cumular bens materiais, faz do dinheiro o seu deus e torna-se vítima do materialismo. Quem é assinalado com a marca sobre a mão age só para satisfação dos próprios sentidos, para procurar o bem estar e o prazer, para dar plena satisfação a todas as suas paixões, especialmente a da impureza, e torna-se vítima do hedonismo. Quem é assinalado com a marca sobre a mão faz do próprio EU o centro de todo o seu agir, olha os outros como objeto para usar e para desfrutar para o proveito próprio e torna-se vítima do egoísmo desenfreado e da falta de amor.

Se o meu adversário assinala, com a sua marca, todos os seus seguidores, chegou o tempo no qual também Eu, vossa Celeste Comandante, assinalo com o meu sinete materno, todos aqueles que são consagrados ao meu Coração Imaculado e fazem parte do meu exército. Imprimo sobre a vossa fronte o meu sinete com o Sinal Santíssimo da Cruz de meu Filho Jesus. Assim, abro a inteligência humana a acolher a sua divina Palavra, a amá-la, a vivê-la, vos levo a entregar-vos completamente a Jesus que vo-la revelou e vos tornou hoje corajosas testemunhas de fé. Aos assinalados na fronte com a marca blasfema, Eu contraponho os meus filhos assinalados com a Cruz de Jesus Cristo. Depois ordeno toda a vossa atividade à perfeita glorificação da SS. Trindade. Para isso imprimo sobre a vossa mão o meu sinete que é o sinal do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Com o sinal do Pai, a vossa atividade humana é ordenada para uma perfeita cooperação ao desígnio de sua divina providência que ainda hoje dispõe todas as coisas para o vosso bem. Com o Sinal do Filho, toda a vossa ação é inserida profundamente, no mistério de sua divina redenção. Com o sinal do Espírito Santo, todo o vosso agir se abre à sua poderosa força de santificação, que sopra em toda parte como um fogo potente para renovar todo o mundo desde os fundamentos. Meus filhos prediletos, deixai-vos todos ser assinalados sobre a fronte e sobre a mão com o meu materno sinete, neste dia em que, recolhidos com amor ao redor de meu berço, celebrais a festa do nascimento terreno da vossa mãe Celeste.

Mensagem de Nossa Senhora ao Pe. Stefano Gobbi, em 8 de setembro de 1989.


HISTÓRIA DO MOVIMENTO SALVAI ALMAS E ETAPAS DA GRANDE TRIBULAÇÃO

Esta nova versão da nossa história, está sendo agora divulgada também em lingua inglesa, pois estamos traduzindo as mensagens ao Cláudio, para este idioma. Ficou mais fácil de entender que a antiga.



Movimento Salvai Almas, do Brasil, um pequeno mistério de Deus. Esta é uma história incrível – e verdadeira – destinada aos corações abertos, às almas firmadas no amor de Deus e que são conduzidas pelo Espírito Santo. Estas entenderão tudo o que relataremos a seguir.

Escrevo este texto para dar ciência a todos os que acompanham os trabalhos e as orações do Movimento Salvai Almas, do Brasil e para divulgar os números extraordinários por ele já obtidos. Jamais fazemos por orgulho, apenas por necessidade do momento. Somamos hoje alguns milhares de participantes, que rezam pelas almas, seguindo sempre fielmente as orientações seguras do Céu, conduzidos que somos por Nossa Senhora e estamos em quase todos os municípios do Brasil. Vamos então contar a história, desde o início, para as pessoas entenderem melhor. Digamos que este texto é como um “Relatório de Atividades”, destinado especialmente aos amigos de língua inglesa.

Em primeiro lugar, é preciso reafirmar – pois qualquer pessoa ligada em Deus pode constatar – que infelizmente alguns setores de nossa Igreja Católica, aqui no Brasil esqueceram as almas do Purgatório. Alguns dos nossos sacerdotes pregam até que Purgatório não existe o que é um erro tão horrível, que clama aos céus. Outros negam a existência do Inferno, e negam que alguém possa perder sua alma, no que contradizem a Jesus. Mas vamos mostrar que alguns poucos se perdem! E muitos se salvam!



É por causa deste verdadeiro escândalo, o esquecimento das almas, que Deus se obrigou a suscitar um profeta voltado ao Purgatório, para alertar os homens, em tempo, sob pena de chegar aos Novos Céus Nova Terra, e ao fim dos tempos, tendo ainda o Purgatório abarrotado de almas sofredoras. De fato, quando tudo começou, em julho de 1997, estavam sofrendo no Purgatório em torno de 2,8 bilhões de almas, ali quase esquecidas. Tudo porque a Igreja Católica não mais se preocupava com elas. E as outras religiões sequer acreditam que isso exista.
Todas as revelações celestes nas quais se baseiam os números que mostraremos aqui são passadas ao confidente católico, profeta atual, Cláudio Heckert, casado com Norma Heckert e que reside em Porto Belo-SC, no Brasil. Ele é hoje um pai de família com 63 anos, 7 filhos e muitos netos. Desde a mais tenra infância foi sendo preparado pelo céu para esta espinhosa missão. Sua vida foi sempre de intenso sofrimento e perseguição, mantida, porém num clima de amoroso respeito, submissão e perfeito equilíbrio. É um homem simples, pobre de bens materiais, que jamais usou de seus dons para enriquecer ou sobressair-se. Mora na mesma casinha velha na qual o conheci ainda não terminada totalmente. Seu trabalho é amoroso e gratuito!



Ele sempre foi um homem de fé, voltado para a Igreja Católica, tem apenas instrução primária (4º ano) e nenhum estudo de formação bíblica. Porém, todas as mensagens que recebe, encontram respaldo nas Sagradas Escrituras e na Doutrina da Igreja, e até hoje, nem uma só das suas mensagens pode ser contestada, ou que tenha ficado sem a devida explicação. Ele é conhecido como o único profeta atual, da Igreja Católica, a quem tenham sido passadas as datas de acontecimentos futuros, que ocorreram com, precisão, como foi o caso da previsão da queda das torres do WTC, com 78 dias de antecedência. Tudo isso consta de nossos livros. E virão proximamente mais 16 segredos e outras revelações finais.



Assim, desde os 14 anos de idade sempre ele via a Nossa Senhora, andando no meio do povo, e isso por muitas vezes. Devido a sua grande humildade, sua vida de oração e sua fé, aos poucos Deus o foi preparando para esta incrível missão voltada para as almas, a Igreja, os padres e o Fim dos Tempos. Não é possível aqui relatar tudo, porque são milhares de mensagens e avisos ao mundo. Entretanto, a primeira mensagem efetiva de Nossa Senhora, aconteceu apenas em fevereiro de 1998, onde ela pediu que ele fechasse sua pequena confecção de malhas, e se jogasse inteiramente em seus braços. O que ele fez sem mais perguntas!

Tudo começou com a história de uma pessoa que levava uma má vida. Deus, em Sua infinita misericórdia, resolveu não somente estender Sua mão para esta alma que se perdia, mas através deste exemplo quis revelar ao mundo um assombroso plano de salvação. Para isso, Ele foi escolher uma pessoa ainda viva na época, chamada Palmira Borba – hoje já falecida e habitando no “grande Céu” devido a seu gesto heróico – cujo pseudônimo em nossos livros passou a ser chamada Hilda. Esta senhora era na verdade mãe de Norma, a esposa do Cláudio, que estando viúva residia com eles. Ela é o exemplo chave de tudo isso.

Durante semanas de muita oração do casal – que rezava diariamente as chamadas 15 orações de Santa Brígida – num determinado tempo, eles tiveram intensos ataques do inimigo, que não queria que eles rezassem estas orações, que precisam ser rezadas por 365 dias. Eles foram tão brutalmente atacados, que atrasaram por 27 dias as orações. Mas depois de muita oração, muita penitência, durante 15 dias eles rezaram mais vezes as orações, para recuperar o tempo perdido. Durante estes dias, o Cláudio foi tendo as visões de um quadro, onde lhe foi mostrado como age a engenharia da salvação de uma alma, no processo que a Igreja denomina a Comunhão dos Santos.

O resultado foi aquilo que o céu denominou de “Ponte da Salvação”, mostrando o que acontece com todas as almas, portanto com cada um de nós. De fato, entre o céu e a terra existe um abismo, que precisa ser como que aterrado, a fim de que cada alma construa uma ponte sobre ele, capaz de levá-la ao céu. Neste caso, as graças alcançadas durante a vida são como “pedras” que se vai jogando neste abismo, como um aterro, ao tempo em que os pecados são como pás que jogam para fora as graças ali depositadas.

Se ao final da vida o abismo está preenchido, a alma vai direto ao céu! Se falta ainda preencher algo, vai ao Purgatório pagar o saldo das penas. E ali ela não pode mais adquirir graças, precisando que os vivos rezem e se sacrifiquem por elas, só estes as podem resgatar, adquirindo por elas aquilo que lhes falta. Isso tudo é mostrado num quadro sintético, para explicar de forma visível aquilo que acontece no invisível, na luta constante para a salvação das almas!

O material resultante destas revelações iniciais, mais as mensagens recebidas a partir das primeiras visões, foi condensado no primeiro livro, que já se encontra na 23ª Edição. Devemos dizer que o Cláudio recebe as mensagens de Jesus, de Maria, dos anjos e das almas, por visão e ditado simultâneo e não por locução interior, esta mais passível de erros. Seu caso, na forma e no carisma é único na Igreja Católica, desde todos os tempos, pela precisão e o volume das revelações. O sentido das revelações desta “ponte” é mostrar ao mundo que ninguém se salva sozinho! Ninguém constrói a sua ponte de salvação, sozinho! Esta a chave da salvação eterna: uns salvam aos outros!

Com o correr do tempo, e à medida que continuaram as mensagens de São Miguel, de Nossa Senhora, bem como as visões das almas do Purgatório, logo foram aparecendo as primeiras pessoas para rezar junto com eles. Neste caso, o pequeno recinto da casa, de chão batido, onde eles tinham a confecção de roupas, foi mudado em uma singela capelinha, onde aconteceram os primeiros cenáculos conduzidos por Nossa Senhora. Deste pequeno lugar, nosso: “Movimento Salvai Almas” se estendeu por todo o Brasil e já é conhecido em muitos países. Este conhecimento se faz através da Internet, e dos livros. Quanto a estes, temos mais de 30 títulos já editados, com mais de 500 mil volumes vendidos, tudo sem fins lucrativos.

Na internet temos os seguintes endereços: www.salvaialmas.com.br e www.recados.aarao.nom.br. O ponto de divulgação dos livros pode ser encontrado no seguinte endereço: Movimento Salvai Almas > Av. Jorge Lacerda, 963 – Centro – 88443-000 – Vidal Ramos – SC – Brasil. Fone e fax 0055-47-3356-1154. Já a capelinha dedicada a Nossa Senhora de Sion onde acontecem os cenáculos do Movimento, fica na Rua Maria Antunes Guerreio SN – Bairro Vila Nova – Porto Belo – SC. Brasil.

Tudo aqui é programado e é dirigido de forma milimétrica por Nossa Senhora, com um carinho excepcional de Mãe. E sempre continua aumentando o número de pessoas que chegam de todos os cantos do país. Centenas de sacerdotes já acompanham nossos trabalhos, pedem e divulgam os nossos livros e material de evangelização e rezam conosco. Este suporte é necessário porque a direção espiritual de qualquer movimento da Igreja Católica é sempre necessária.

Entre as primeiras tarefas do movimento, constava rezar pelas almas, nos cemitérios. Depois São Miguel nos pediu que fôssemos anotando os nomes das pessoas, nos túmulos, e que cada nome fosse escrito num livro chamado “Livro da Luz de São Miguel”. Nesta tarefa foram preenchidos 333 livros de 100 páginas, com mais de um milhão de nomes de almas, anotadas uma por uma. Nestes contam milhares de santos e sacerdotes. Todos os nomes das almas perdidas no inferno foram posteriormente riscados do livro, por revelação de São Miguel. São, pois um milhão de santos nossos intercessores.

Com as visitas aos cemitérios e a anotação dos nomes no Livro da Luz, começaram a aparecer os primeiros números que nos chocavam. Quando rezávamos nos cemitérios São Miguel dizia o número total de túmulos ali existentes, quantos destes estavam perdidos para sempre no inferno, e quantos estavam subindo ao céu naquele momento. A diferença representava os que já se encontravam no céu!

E quase sempre, em cada cemitério, nos era passada a história de alguma daquelas almas, o que ela tinha feito em vida, ou para merecer o Purgatório, ou para merecer o inferno. Neste caso a revelação era feita por alguém do Céu, porque as almas perdidas no inferno não podem se comunicar com a terra. Com as do Purgatório sim, Deus pode permitir, e a história da Igreja nos mostra muitos santos que tiveram estas visões e diálogos com elas.

E assim, nos primeiros anos do Movimento, fomos acumulando números e dados impressionantes. E jamais em todo este tempo, uma só das histórias reveladas pelo Arcanjo deixou de ser fielmente comprovada em cada cemitério e localidade. Sempre encontramos em cada lugar a explicação para tal fato, a história daquela alma, e isso mesmo que no túmulo sequer houvesse um nome. Nem um só erro, em centenas de casos comprovados, nos mais diferentes estados do país, onde o Cláudio nunca havia estado para a hipótese de saber daquela história. Como anjo lhe diz, cada túmulo conta um livro. Que para o Céu é completamente aberto e ele pode revelar a quem quiser. Deus tem poder para isso!

Deste modo, fomos aos poucos podendo fazer cálculos que nos falavam da verdadeira misericórdia de Deus. E já nas primeiras contas, pudemos constatar que menos de 1% de todas as almas se perde para sempre. E isso responde a uma pergunta que os apóstolos fizeram a Jesus: Quantos são os que se perdem Senhor? Eles são menos de um em cada cem batizados, porque esta conta não serve para os pagãos. Estes têm outro tratamento da parte de Deus.

Assim, nossas equipes percorreram imensas regiões de todo este país, e calculamos que passam muito dos 1.000.000 (um milhão) de quilômetros rodados, buscando distantes cemitérios para ali rezar, como a Mãezinha pedia. Tudo isso feito por leigos, às próprias custas, sem um só centavo da Igreja, tudo feito por muitos apóstolos, com amor e por amor às almas padecentes. A soma destes milhares de visitas, conta por conta, o que nos permite agora dizer que há 11 anos atrás o Purgatório tinha perto de 2.800.000.000 de almas sofrendo. Todas elas hoje foram resgatadas hoje e toda a história do Purgatório mudou.

De fato, ao tempo de Santa Francisca, ela falou que os católicos ficavam em média 30 anos no Purgatório. Mas devido ao posterior decréscimo do número de almas lá sofrendo, e o conseqüente aumento dos santos no Céu, hoje esta média as almas padecem lá em médias apenas três dias. Desde o começo a Mãe do Céu nos disse que “quanto mais santos houvesse no Céu, mais o Céu teria forças para ajudar a terra” e isso se cumpre agora nestes números. E assim, hoje muito poucas almas ficam mais de uma semana sofrendo.

Da mesma forma, e como uma prova ainda maior do infinito amor de Deus, realizada através desta intensa comunhão dos santos, também caiu enormemente o número dos perdidos eternos, na razão de 0,0000085%. Isso se mostra no resultado seguinte: nos primeiro 171 dias do ano de 2008, em todo mundo, apenas 219 almas foram para o inferno, e todas elas verdadeiros réprobos, que assim o desejaram por infinita teimosia. Elas não aceitaram o amor de Deus e preferiram o fogo eterno do inimigo! Inexplicável! Há menos de 10 anos atrás, normalmente, este número poderia ser de mais de 170 mil perdidos em um mesmo período de tempo.

De fato, diariamente morrem no mundo em torno de 150 mil batizados. Destes em média apenas dois em cada cem vão diretamente para o Céu, sem passar pelo Purgatório. Os outros devem passar lá, pelo menos alguns instantes na purificação, sendo que a imensa maioria das pessoas, quando está sendo enterrada, já sua alma está nos céus. Tudo isso se deve aos esforços de milhares de pessoas, que em todos os quadrantes do Brasil e do mundo rezam pelas almas do Purgatório.

Neste tempo também surgiram milhares de histórias sobre grandes almas, e nos foi perfeitamente possível ver o quanto os homens julgam erradamente, seja condenando santos, seja absolvendo demônios. Só Deus consegue penetrar no íntimo da nossa alma. Isso nos permitiu saber que dentre as pessoas que estavam na cruz e no Calvário, e do tempo de Jesus, mais de 100 delas ficaram no Purgatório até depois de 2002. Eles cometeram o “pecado contra o Espírito Santo”, e por isso sofreram desta forma.

Entre estas almas, de muitos séculos tivemos santos canonizados, com até 1750 anos de Purgatório. Saíram apenas depois de 2002. Havia também papas que estavam há mais de 900 anos sofrendo. Hoje não se encontra lá mais nenhuma alma antiga, com mais de uma semana depois do falecimento. De fato, no dia 20 de setembro de 2008, às 20:00 horas do Brasil, por um instante não havia sequer uma alma no Purgatório.

Quanto ainda aos números, como desde 1997 até agora já morreram no mundo mais de 500 milhões de pessoas, isso nos leva a afirmar que depois do surgimento do Movimento mais de 3,3 bilhões de almas foram resgatadas do Purgatório. E todas estas almas rezam em bloco, formando uma barreira quase intransponível, de modo que, quando alguém morre, somente por uma brutal loucura não aceita a contrição final. Desta forma, até ateus famosos, políticos corruptos, banqueiros, maçons de alto grau, e mil outros tipos de celerados acabam abrindo os olhos, nem que seja no último instante, e vendo diante de si o inferno aberto caem de joelhos diante de Deus e pedindo perdão. Entre soluços e lágrimas! Infelizmente nem todos se salvam!

Desta forma, nós descobrimos também que até hoje, e desde Adão, nunca, uma só alma foi para a condenação eterna do inferno, por força da tentação do maligno ou por amor aos demônios. Todos os homens e mulheres que até hoje se perderam, foi por livre e espontânea vontade, independente da tentação do maligno. Ou seja: mesmo que não existisse o tentador, nem o inferno, todas as almas que até hoje para lá foram, iriam sem qualquer empurrão do maligno, apenas pela vontade louca e teimosa de se perder. Este é o motivo do atual ódio de Lúcifer: saber que ele nunca teve o poder de conquistar uma só alma, isso porque Jesus já havia avisado: Pai, não perdi a NENHUM daqueles que me deste!

Assim, à medida que saíram os livros eles se espalharam as mensagens por todos os estados do país, foram surgindo as primeiras grandes conversões e mudanças de vida. E foi aumentando rapidamente o número dos que rezam pelas almas e o de divulgadores, porque não vendemos os livros em livrarias, tudo é trabalho de leigos dedicados. E hoje nossos livros passam de 500 mil volumes. Logo também fomos percebendo que as pessoas começavam a rezar mais, partindo antes para uma boa confissão, e isso é maravilhoso.

Entre estes convertidos, nós hoje temos não somente donas de casa e pessoas simples, mas também pessoas letradas, como médicos, engenheiros, escritores, dentistas, advogados, comerciantes, professores universitários, jovens e também velhos, estudantes de até 13 anos com suas belas histórias. Temos também conversões de pessoas de vida, antes, desregrada como homossexuais, prostitutas, espíritas, macumbeiros, satanistas, e pessoas ligadas às seitas orientais e outros.

Não existe restrição alguma para participar do Movimento, que é aberto a todos os que amam as almas do Purgatório e rezam por elas conforme a Mãezinha nos ensina. Participam deles, pessoas de todas as raças, negra, branca e amarela. Temos entre nós também deficientes: como cegos e aleijados, de ambos os sexos e de todas as idades. Temos até uma menina de 7 anos que nos pede livros e evangeliza. Todos irmanados na causa maior, que é a salvação eterna das almas, com fidelidade absoluta ao Papa Bento XVI e a verdadeira Igreja Católica. Não somos diferentes de ninguém, não nos vestimos com trajes estranhos nem usamos nada que nos diferencie dos outros. O que nos une é apenas este amor pela salvação eterna.

Também temos depoimentos de conversão de muitos padres – isso mesmo, e de muitos estados, também de irmãos e irmãs religiosas, que nos pedem os livros e rezam conosco e por nós. E falando em conversões, não se trata de conversões superficiais e pouco duradouras, mas algo que brota de mudança interior profunda, que partem da confissão e seguem no trabalho de divulgação de toda a obra, de engajamento na Igreja. Milhares de pessoas – digo isso com todas as letras – já estão experimentando esta profunda revisão de vida e mudando completamente seus procedimentos, voltando tudo para a busca do Céu. E passam a ser felizes como nunca o foram.

Esta é a prova maior de este é um Movimento e um trabalho que vem de Deus! Esta é a maior prova de que a árvore do nosso “Movimento Salvai Almas” é uma árvore de bons frutos, porque luta pela salvação e a vida eterna. A promessa de Nossa Senhora é de que todas as pessoas que entrarem naquela capelinha onde rezamos se converterão, e já tivemos casos de maçons do último grau que se arrependeram no último instante, porque lá foram. Também são milhares as curas obtidas através dos sacramentais que ali são divulgados, como o Óleo Sagrado do Arcanjo São Rafael, e o Lencinho de Nossa Senhora.

Quanto ao nosso relacionamento com a Igreja nós procuramos obedecê-la seguindo à indicação do Céu. Tudo, na medida do possível é feito sempre em obediência ao Bispo da diocese do Cláudio. Mas primeiro, sempre, a obediência ao Céu, porque este não vai contra a verdadeira Igreja. Ninguém tem o direito de sufocar as vozes proféticas, mormente antes de terem sido analisadas com humanidade pela Igreja.

Em vista disso, como em todas as aparições de Nossa Senhora, especialmente as verdadeiras, sempre acontece uma brutal perseguição do inimigo, aqui também não é diferente. A Igreja, que é sábia e prudente, sempre demora a avaliar cada caso. Porém, o Céu não pode e esperar séculos para que ela aprove uma aparição, e durante este tempo, os cânones do Papa Paulo VI permitem que tudo seja divulgado. Mente quem diz que foram ab-rogados!

Quanto à direção do Céu, todo nosso trabalho é ciosamente conduzido por Jesus, Maria e São Miguel. Nós nada fazemos sem a orientação de nossa Comandante Maria, que determina desde os procedimentos de oração como o Céu quer, até os livros, sua quantidade e o preço de venda. Devido a isso, jamais tivemos um só problema financeiro, nem tivemos de implorar ajuda como tantos grupos fazem quando assumem compromissos financeiros maiores do que podem arcar. Nossos livros são simples e vendidos em média a menos de US$ 1:00 a unidade. E nunca ficamos com estoques encalhados sem saída! Tudo vai de acordo como determina o Pai Celeste.

Duas revelações passadas ao Cláudio chocam alguns padres e teólogos, que imediatamente caem fora dizendo: isso não faz parte da Doutrina da Igreja. A primeira delas é a noção do Grande Purgatório, um lugar de média profundidade, onde as almas recebem castigo de tempo fixo, durante o qual as orações feitas pelos vivos não as atingem. Somente depois de ficar aquele tempo é que elas podem receber os efeitos das graças que redimem, e assim serem libertadas.

Outra figura do Purgatório revelada a ele denomina-se a “Turris ebúrnea”, ou torre de Marfim, como uma das invocações feitas na Ladainha Loretana. Este estágio é o Purgatório profundo, onde as almas estavam sem saber se tinham ido ao inferno, e não tinham esperança alguma de salvação. Em toda a história da Igreja apenas 17 almas caíram naquele abismo, todas, porém já resgatadas.

Hoje, devido à intercessão continuam destes mais de 3 bilhões de almas, felizmente temos muitos momentos que o Purgatório se encontra vazio, sem uma alma sequer. Mas minuto a minuto caem lá centenas, porém com esperança de breve estada. Sim, entre dores profundas, porque a Justiça divina tem como aplicar a pena na medida em que compense o menos tempo com mais intensidade da purificação.

Por pedido de Nossa Senhora foi construída uma nova Capelinha, dedicada a Nossa Senhora de Sion, nome por estar ligado ao mistério da conversão do povo judeu. Isso acontecerá em breve, fato esperado ainda durante o mandato do Papa atual, Bento XVI. Esta é uma das previsões feitas a eles, entre muitas, das quais podemos citar:

01 – A promulgação dos dois Dogmas marianos que ainda faltam; Medianeira e Co-redentora.
02 – A saída do Santo Padre do Vaticano, tendo que fugir da perseguição; isso se dará após a emissão de documentos que desagradarão aos bispos e cardeais, provocando uma grande rebelião na Igreja.
03 – O encontro de uma série de objetos sagrados, entre eles: O Cálice a que chamam de Grahl, a Arca da Aliança, a Arca de Noé, documentos antigos guardados em locais secretos, inclusive um no Brasil.
04 – Revelação na íntegra do verdadeiro 3º Segredo de Fátima, pelo Papa Bento XVI.
05 – Anúncio de uma 3ª Guerra mundial que começará por Israel e se estenderá pelo mundo. Nela o homem irá soltar 3 bombas atômicas que provocarão um caos no planeta.
06 – Anúncio de que a última semana de anos de Daniel começou com a queda das Torres do WTC;
07 – Anúncio de que os 1260 dias anunciados no Apocalipse 11 e13, começaram em 11/09/2008;
08 – Anúncio da queda de dois astros na terra. O primeiro virá fragmentado e cairá em diversos locais do planeta, o maior pedaço no Atlântico Norte; o segundo virá mais tarde, entretanto Deus não permitirá que ele bata na terra, pois senão não sobraria nenhuma vida no planeta. Este segundo astro tem 14 Km de diâmetro.
09 – Previsão de que a profecia de São Malaquias quanto aos últimos 112 papas é verdadeira, o que nos diz que Bento XVI é o penúltimo, e o último Pedro virá somente depois da tribulação.
10 – Celebração pelo Papa, de uma Santa Missa no Calvário, pelo fim da guerra, durante a qual acontecerá o milagre da transubstanciação real, milagre este que será a chave da conversão do povo judeu, como previram os profetas, e como reza nosso Catecismo. Este é o último sinal de que então estaremos próximos do segundo advento.

Restam ainda 16 segredos já passados a ele, a serem revelados proximamente. Virão também explicações seguras quanto ao que irá acontecer no tão falado Aviso e o Milagre, citados por Nossa Senhora nas aparições de Garabandal. Isso ainda está bastante confuso, mas em breve virão as explicações. Cremos que quando isso acontecer começa uma corrida inexorável de tempo, que conduzirá à grande tribulação.

Através dele nos foi explicado também que a última “semana de anos” do profeta Daniel, teve início com a queda das torres do WTC em 11/09/2001. Consta ainda que nós estamos agora na contagem dos últimos 1260 dias, conforme citado no Livro do Apocalipse, nos capítulos 11 e 12. Isso começou a contar em 11/09/2008. Ou seja: depois de terminada a última semana, começou então a contagem do Tempo do Testemunho e da provação dos santos, que cumpre aquilo que as Escrituras nos indicam como a Grande Tribulação. Tempo que termina em 22/02/2012, dia da Cátedra de Pedro, sinal da vitória final da Igreja.

Quanto a mim, que escrevo estas palavras, pessoalmente dou testemunho de fé no Movimento Salvai Almas e em tudo aquilo que divulgamos. Se eu tivesse, uma só dúvida, um só sentimento, de que nada disso vem do Céu, jamais colocaria toda a minha vida empenhada neste trabalho. Afinal, aqui lidamos com noções de Céu, de Purgatório e de Inferno. E uma destas noções bem objetiva, é o fato de sabermos o castigo que é reservado aos que mentem e enganam, e aos falsos profetas.

Seguem algumas centenas de mensagens passadas ao Cláudio, nos últimos 11 anos. Aguardem para breve as revelações das últimas Linhas Vermelhas e dos 16 segredos a ele passados pelo Céu.

OLEO SAGRADO DO ARCANJO SÃO RAFAEL

Muitas pessoas continuam nos pedindo, o Óleo Sagrado de São Rafael – O Arcanjo Curador – entretanto não podemos enviar diretamente, porque não temos embalagens apropriadas, e nos correios tudo vasa, pois é jogado e amassado. Abaixo, ao final, damos as instruções de como conseguir, de um grupo especializado neste sentido.

Para os que quiserem fazer o óleo em casa, passamos a seguir as instruções. Seguindo com fidelidade e amor, dará certo, e Deus imprimirá seu selo neste sacramental. Não se trata de algo sagrado, mas um meio ensinado por Deus para a cura de muitas doenças. A mensagem atual de Nossa Senhora sobre este óleo, nos avisa de que logo, as medicinas humanas, os remédios de farmácia, deixarão de funcionar, porque a besta quererá usar deste meio, para pressionar as pessoas para que aceitem sua marca.

Então, quem tiver fé, poderá escapar deste atentado contra a vida, usando apenas o Óleo Sagrado de São Rafael, que curará então TODAS as dores e doenças. E já hoje as curas são fantásticas, coisas que nem a medicina mais avançada consegue curar. Basta usar o ingrediente santo do Amor, a fortaleza ardente da fé em Deus, e a oração que consegue tudo do Pai eterno. Mantenham um bom estoque agora, enquanto existem rosas.

Eis a mensagem original:

Esta mensagem do Arcanjo Rafael, o divino anjo curador, foi passada a uma pessoa chamada Herald, recebida no santuário de Caranjian nas Filipinas: Herald, aqui é o Arcanjo Rafael. O céu concedeu grandes bênçãos sobre o meu óleo curativo, que servirá para qualquer doença. Divulgue-o!
As pessoas que o usarem deverão antes rezar as seguintes orações!”

Rezar:

1 - O Credo...
2 - “Ó Mãe de Deus, Maria Rosa Mística, junto com o Arcanjo Rafael, o divino anjo curador, concedei-me a graça de sentir verdadeiro pesar por meus pecados e de invocar três vezes o Vosso Sagrado nome diante de Deus, para confortar-me na minha presente doença. Amém!”
3 – Rezar três vezes: “Rosa Mística, rogai por nós!”
4 – Rezar três vezes: “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo...!”.
5 – Rezar esta invocação: “Santo é o nome do Senhor, agora e para sempre Amém.”

COMO PREPARAR O ÓLEO SAGRADO: (Siga corretamente as instruções)

Ofereça em oração – do seu grupo ou de sua família – um buquê de rosas à Nossa Senhora. Reze com muita fé e principalmente amor. Reze com o coração! Durante as orações do grupo, Ela abençoará pessoalmente as rosas!
Depois, separe as pétalas de uma rosa inteira, mais 30 pétalas das outras rosas. Ferva-as por apenas alguns minutos, em 250 ml de azeite de cozinha comum, sem torrar as pétalas, desidratando bem para não estragar. Mas é preciso desidratar bem, senão estraga. Depois deixe esfriar, e o óleo estará pronto para uso. Deixe as pétalas dentro. Nossa Mãe promete transformá-lo em um bálsamo santo que servirá para curar ou aliviar qualquer tipo de doença ou dor, tanto física quanto psíquica. O óleo não deverá ser comercializado, senão perderá o efeito curador! Como foi bento pelo céu, reverencie e guarde-o sempre com muita fé e carinho.

MODO DE USAR: (Sempre depois de rezar as orações acima)
1 – Nas feridas externas, de qualquer tipo ou procedência, passar o óleo por cima;
2 – Nas dores internas de qualquer tipo, tomar até cinco gotas, ou misturar na comida.
3 – Nas questões de ‘stress’, angustia & depressão, também tomar cinco gotinhas;

USO ESPECIAL: Ao encerrar as orações do Grupo, durante o canto final, alguém unta a pontinha do dedo indicador no óleo e bem suavemente traça três cruzes na testa da pessoa, pronunciando: “Luz para o teu corpo e para a tua alma!” Fazer isso com todos os presentes. Também a pessoa que distribui deve receber!

DÚVIDAS mais freqüentes:
1 – Quem quiser fazer óleo em quantidade maior, pode duplicar ou triplicar as pétalas até na quantidade desejada. Podem usar óleo comum, não necessitando azeite importado!
2 – Não precisa ser sempre a imagem de Nossa Senhora Rosa Mística, mas qualquer outra imagem da Mãezinha que as pessoas tenham!
3 – De preferência use rosas comuns do seu quintal, sem veneno! Mas se não as tiver, pode ser comprado na floricultura sem problema.
4 – Podem ser todas rosas de uma cor só, não necessitando cores diferentes.
5 – As orações podem ser feitas nas casas de família ou na Igreja, tanto faz.
6 – Muitos têm usado fazer com três rosas: uma inteira e 15 pétalas de cada uma das outras e assim sucessivamente. Fazer tudo em clima de oração e com muito AMOR e fé!

LEMBRAMOS: Quem puder faça um estoque maior do óleo, enquanto tivermos rosas. Este Óleo Sagrado, mais adiante será o único medicamento capaz de curar todas as dores e doenças, porque Deus não permitirá que nenhum outro medicamento funcione, uma vez que a besta pretende usar os medicamentos como forma de pressionar as pessoas a receber sua marca. E assim quem tiver o óleo, não precisa de outro remédio. Este basta!


OBS: A partir do início deste ano de 2005 Nossa Senhora escolheu uma pessoa especial, a quem deu a graça de divulgar esta consagração, em todo o mundo. A fórmula que acima nós apresentamos é singela, é simples, mas funciona se feita com grande amor, pois milhares de curas têm acontecido com este óleo santo.

Mas a esta pessoa e seu grupo, com sede em Foz do Iguaçu no Paraná, está determinada uma nova fórmula, com grande celebração solene, que estabelece um verdadeiro ritual para que tudo seja feito com amor extremado e concisão absoluta. Eles estão procedendo a consagração de fórmulas que podem englobar até mil “kits” de uma só vez, onde se inclui até o exorcismo e a consagração da água, feitos por um sacerdote. Haverá uma capela especial para isto, com fonte especial e consagrada para a água benta.

Até conseguirem toda a formula correta, as pessoas podem e devem continuar fazendo na formula acima, que terá o mesmo valor, importa apenas a fé e o amor. Mas aos poucos, os que forem conseguindo contato com o grupo ou com a equipe de divulgação, podem procurar ter seu óleo em casa, e isso terá um grande valor. Penso que também poderemos divulgar daqui, embora as equipes trabalhem em separado, cada um com seu carisma. Na verdade, as instruções principais a eles têm lhes sido passadas através do Cláudio.

Uma das coisas mais incríveis que tem acontecido com esta nova fórmula é a expulsão dos demônios, de dentro dos ambientes familiares, dando maior paz às famílias que usarem este óleo com amor e fé. São incríveis os relatos iniciais do que estão ocorrendo. Mas que todos tenham paciência, porque dará tempo para tudo. Com calma e fé, logo todos terão seu Óleo em casa.

Para quem quer pedir o óleo diretamente, segue abaixo o endereço. Lembramos que o óleo em si é gratuito, entretanto existem os custos de embalagem e correios. Melhor mesmo é telefonar, que assim, vai mais rápido.

PEDIDOS PARA:
NELCI BUSANELLO
Foz do Iguaçú - PR
Fone: (45) 3522-1633





ASSOCIAÇÃO ROSA MYSTICA
Centro Provisório de Divulgação
Av. Mendonça Furtado N°1719
Bairro Santa Clara
Fone: 0xx93 - 8802-0321
68.040-050 = SANTARÉM = PA
e-mail: orsiollimissoes@hotmail.com

A marca da Besta

Porto Belo, SC, 22 de Março de 2007
Capela Nossa Senhora de Sion – 15 horas

SINAL DA BESTA

(O chip?)

“Paz!”
Realmente, cada vez mais o homem quer apoderar-se do homem. Quer dominar, quer conduzir, quer amordaçar... E cada vez mais usa de inventos e tecnologias para que isto aconteça.
E o homem será dominado pelo homem! Ninguém será livre.
Através de chips, conseguirá seu intento e terá poder de devassar a vida de cada um! E cada um será um robô nas mãos do dono do chip.
Portanto, filhos, quando isto acontecer, não podereis aceitar, pois sereis escravos dos maus... Vossa liberdade será ceifada...
“Se alguém aceitar, beberá o vinho da cólera Divina!”
Nada faltará, no entanto, para os que não aceitarem, pois Deus os cumulará de graças e proteção. É preciso confiar e usar de coragem... Deus vencerá!
Deus Pai orienta, na Sua Palavra, de como isto acontecerá:
“O sinal da besta será gravado na fronte ou na mão direita!...”
Portanto, o sinal em qualquer outro lugar não será perigoso! O sinal da besta só funcionará na fronte e na mão direita!
Deus age assim, para que seus filhos possam discernir e se proteger! Ninguém conseguirá dominar o homem, usando qualquer outro sinal, ou em qualquer outra parte do corpo, pois tais artefatos não funcionarão e isto também é por conta da defesa de Deus!
Por mais sábio que o inimigo seja, não consegue ultrapassar a Sabedoria de Deus... Não consegue enganar a Deus!
Deus então, deixa a “pista”: “Só os sinais que funcionarem na mão direita ou na fronte!”
Será então fácil de discernir...
Filhinhos amados: mesmo com esta interferência de Deus, muitos se deixarão abater, já que os seguidores da besta usarão de poderosos argumentos e ameaças...
Vós, porém sabeis: Deus vos protegerá e defenderá das garras do inimigo, caso não vierdes a aceitar seus artifícios desumanos.
E isto está próximo de acontecer!
Não tenhais medo! Confiai na força de Deus! Amém!
Eu vos abençôo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Filhinhos: rezai bem a Anistia da Redenção. Isto vos trará muita força e discernimento. Amém!
“Jesus!”


A maior fraude da História I

Para entender a ação sinistra dos controladores das finanças mundiais.


Embora não sendo matéria de cunho estritamente religioso, o Movimwento se propõe a esclarecer, em parte, o que ve acontecendo com o sistema econômico-financeiro, a nível mundial e que atingirá todo o planeta provocando uma catástrofe de proporções inimagináveis e que se relacionam com Final dos Tempos.

A verdade sobre os Bancos Centrais. O poder dos 'moneychangers' e a crise econômica mundial de 2008. Por Nehemias Gueiros, Jr. (O autor é carioca, nascido em 1958 e autor de inúmeros livros relacionados ao assunto)

"Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis". – Mayer Amschel [Bauer] Rothschild.

"Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e o comércio e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão". – declaração do pres. americano James Garfield, 1881.

Poucas semanas após proferir estas palavras (da segunda citação), dirigidas aos moneychangers, o presidente Garfield foi assassinado. E não foi o único presidente norte-americano morto por eles, como veremos adiante. Para podermos entender melhor quem são os moneychangers (ou argentários), é necessário retornar no tempo até cerca de 200 A .C., quando pela primeira vez tem-se registro da "usura". Entre as várias definições do Aurélio para usura encontramos juro exorbitante, exagerado, lucro exagerado, mesquinharia. Dois imperadores romanos foram assassinados por terem pretendido implantar leis de reforma limitando a propriedade privada de terras ao máximo de 500 acres (ou 202,34 hectares, ou 2.023.428,2 m²) e liberando a cunhagem de moedas, que era feita pelos especuladores. Em 48 A .C., Júlio César recuperou o poder de emitir moeda, tornando-o disponível para qualquer um que possuísse ouro ou prata. Também acabou assassinado. Em seguida, as pessoas comuns perderam suas casas e seus bens, da mesma forma como temos assistido acontecer na crise americana das hipotecas.

Na época de Jesus, há dois mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo através da cobrança de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. Vários historiadores estimam que os cofres dessa corte continham vários milhões de dólares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religião imposta por esses líderes. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacríleja de Israel e também acabou morto na cruz.

Nos séculos seguintes, os moneychangers continuaram a expandir a arte da usura em todos os segmentos da vida, criando expansões e contrações financeiras, de geração em geração enfrentando monarcas e líderes políticos que queriam erradicá-la. Sempre em vão. A cada bem-sucedida (e rara) tentativa de eliminá-la, a usura voltava com mais força ainda, respaldada pela ganância e o poder dos fortes e ricos contra os fracos e pobres. Na Idade Média, o Vaticano proibiu a cobrança de juros sobre os empréstimos, com base nos ensinamentos e na doutrina eclesiástica (?) de Aristóteles e São Tomás de Aquino. Afirmou que "o propósito do dinheiro é servir à sociedade e facilitar a troca de bens necessária à condução da vida". De nada adiantou, eis que a própria Igreja conspirava com o Estado para acumular dinheiro e poder através dos séculos e controlar os oprimidos com os "castigos" e as "bênçãos" do Todo Poderoso. Os argentários usavam os juros para praticar a usura, que hoje é consagrada por lei através da prática bancária. Já naquela época, vários religiosos e teólogos condenavam a escravização econômica resultante da usura mas como podemos observar a situação mudou muito pouco nos últimos 500 anos.

Na medida em que a usura foi se instalando em todas as camadas sociais, os moneychangers foram ficando cada vez mais ousados em suas manipulações financeiras e foi assim que surgiu o famigerado conceito do fractional reserve lending, ou "empréstimo baseado em reserva fracional" ou "empréstimo sem cobertura ou lastro". Embora de enunciado complexo, a prática é muito simples. Significa emprestar mais dinheiro do que se tem em caixa e transformou-se na maior fraude de todos os tempos, principal responsável pela vasta pobreza que assola o mundo até hoje e pela redução sistemática do valor do dinheiro. A descrição dos economistas sobre os chamados "ciclos econômicos", nada mais é do que a identificação dos períodos de expansão e retração determinados pelos bancos em todo o mundo, através do fractional reserve lending. Eles simplesmente adotaram as regras do passado e continuaram a praticá-las até hoje.

A prática do "empréstimo sem lastro" continuou se expandindo antes mesmo do surgimento dos bancos, alimentada pelos ourives e mercadores de ouro e prata, que guardavam os metais nobres da população em custódia para não serem roubados. Logo esses negociantes – na realidade meros agiotas – perceberam que a maioria das pessoas morria e não voltava para buscar seus bens, legando-os à herança familiar. Foi quando começaram a emprestar dinheiro a juros, geralmente em quantias muito superiores ao ouro e prata que possuíam guardados em custódia. O recibo da custódia foi provavelmente o primeiro embrião do dinheiro de papel que temos hoje, pois com ele, a pessoa podia adquirir mercadorias e bens no grande mercado. Com a contínua expansão desse negócio ilícito e usurário, logo os moneychangers puderam abrir lojas específicas para empréstimos, advindo daí a origem dos bancos modernos.

O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote "people's bank" (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro. As dívidas com o Banco da Inglaterra de centenas de gerações posteriores, representadas ou pela própria monarquia inglesa ou pelo governo, foram asseguradas através da criação de taxas impostas à população, que viriam a se transformar no Imposto de Renda como hoje o conhecemos. O modelo do Banco da Inglaterra rapidamente se transformou no modelo para os bancos centrais de todos os países no mundo atual. Os agiotas descobriram que é muito mais lucrativo emprestar para monarcas e governos do que para cidadãos comuns. Através da dívida, tornavam-se literalmente credores e soberanos de nações inteiras.

Em suma: os argentários colocavam um banco privado a cargo de todas as finanças e operações econômicas de um país, o que equivale a entregar a nação a uma organização mafiosa que controla a economia com a finalidade de lucro e assim mantém a população totalmente refém de suas políticas financeiras.

No início do século XVIII, cerca de 50 anos depois que o Banco da Inglaterra já estava operando, um alemão chamado Amshel Moses Bauer1, ourives e agiota que vivia em Frankfurt, na Alemanha, começou um negócio a que denominou de Rothschild, pois a insígnia na porta da loja era uma águia romana sobre um escudo vermelho. Rothschild significa "escudo vermelho" em alemão. O negócio prosperou e em 1743 ele mudou seu próprio nome para Amshel Moses Rothschild. Ele tinha cinco filhos e, ao atingirem a maioridade, ele enviou cada um a uma capital comercial da Europa para emprestar dinheiro a juros, principalmente às monarquias e reinos. O mais velho, Amshel, ficou em Frankfurt; Solomon foi para Viena; Nathan para Londres, Jacob para Paris e Carl para Nápoles. Assim foram plantadas as sementes que permitiram à mais poderosa e rica família da história do mundo reinar nos séculos seguintes da evolução da humanidade, com o único propósito de lucro e poder, seja qual fosse o custo. Gerações seguidas dos Rothschild e seus correligionários exercem – e continuam exercendo – poder sobre a sociedade mundial, utilizando-se da antiga prática da usura e do fractional reserve lending.

Já donos de uma fortuna incalculável obtida com os empréstimos a todos os países europeus os Rothschild se envolveram vigorosamente nos financiamentos ao governo inglês para as colônias da América, acabando por indiretamente causar a independência americana quando restringiram o crédito e aumentaram salgadamente as taxas cobradas aos pilgrims. Mesmo após a independência, logo implantaram o modelo de banco central no Novo Continente, para expandir ainda mais os seus lucros. Durante a primeira metade do século XIX nos Estados Unidos, pelo menos três vezes os opositores do sistema agiotário lograram êxito em fechar o banco, entre eles os presidentes James Madison e Andrew Jackson, mas ele sempre ressurgia. Foi durante a Guerra Civil americana que os conspiradores lançaram o seu mais bem-sucedido esforço nesse sentido. Judah Benjamin, principal assessor de Jefferson Davis (na época presidente dos Estados Confederados da América), era um agente dos Rothschild. A família plantou assessores no gabinete do presidente Abraham Lincoln e tentou vender-lhe a idéia de negociar com a Casa de Rothschild. Lincoln desconfiou de suas intenções e rejeitou a oferta, tornando-se inimigo figadal da família e acabou assassinado a tiros num teatro. Investigações sobre o crime revelaram que o assassino era membro de uma sociedade secreta cujo nome jamais foi revelado, pois vários altos funcionários do governo americano eram membros. O fim da guerra civil abortou temporariamente as chances dos Rothschild de por as mãos no sistema monetário dos Estados Unidos, como já faziam com a Inglaterra e todos os países da Europa. Mas apenas temporariamente.

Anos depois, um jovem imigrante, Jacob H. Schiff, chegou a Nova Iorque. Nascido em uma das casas dos Rothschild em Frankfurt, ele chegou à América com um objetivo definido: comprar ações de um grande banco para gradualmente adquirir o controle sobre o sistema financeiro americano. Schiff comprou quotas de participação numa empresa chamada Kuhn & Loeb, uma famosa casa privada de financiamentos. Entretanto, para cumprir sua missão, ele precisaria obter a cooperação de "peixes grandes" do segmento bancário norte-americano. Tarefa difícil para o humilde jovem alemão oriundo dos subúrbios de Frankfurt. Mas Schiff tinha trunfos: ele era enviado dos Rothschild e ofereceu ações européias de alto valor para distribuição no mercado americano. Foi no período pós-guerra civil que a indústria americana efetivamente começou a florescer para se transformar no colosso da atualidade. Com a decretação da paz e a expansão para o Oeste, havia estradas de ferro para construir, ligando as duas costas continentais do país, além da nascente prospecção petrolífera, das siderúrgicas e das empresas têxteis, para citar apenas algumas. Tudo requeria financiamento e não havia dinheiro suficiente no jovem país do Norte. A Casa de Rothschild ponteava no cenário europeu e tinha recursos abundantes, resultado da vigorosa especulação financeira empreendida em todos os centros comerciais da Europa nos 150 anos anteriores, emprestando dinheiro a monarcas, governos e parlamentares.

O jovem Schiff rapidamente se tornou padrinho de homens como John D. Rockefeller, Andrew Carnegie e Edward Harriman. Com o dinheiro dos Rothschild, ele financiou a Standard Oil Company (hoje a poderosa ESSO, acrônimo das duas letras que formavam a abreviação da empresa em inglês: S.O. – leia-se ESS-O), as ferrovias Union Pacific Railroad e Southern Pacific Railroad e o império do aço de Carnegie, com sua Carnegie Steel Company, que consagrou a cidade de Pittsburgh, no estado americano da Pennsylvania como a capital mundial do aço. Foi apenas uma questão de tempo para Jacob Schiff deter o controle da comunidade bancária de Wall Street, em Nova Iorque, que já incluía os Lehman Brothers2, Goldman-Sachs e outros grupos internacionais até hoje atuantes no mercado financeiro, todos eles, desde aquela época, controlados pelos Rothschild. É possível resumir a situação de forma bem simples: Schiff era o "chefe" do mercado financeiro de Nova Iorque e controlava o dinheiro dos Estados Unidos. Assim, foi preparado o bote sobre o sistema financeiro americano. Com seus cinco filhos firmemente encastelados em todos os centros financeiros da Europa, a família Rothschild logo ascendeu à posição de mais rica família do planeta. Esta situação persiste até hoje, embora eles professem uma postura de discrição, avessa à mídia e à divulgação. Nenhuma família ou grupo empresarial possui tanto poder e controle financeiro em todos os países do mundo como os Rothschild. E isto há 250 anos.

Sua fabulosa fortuna foi conseguida através da prática do fractional reserve lending ("empréstimo sem lastro"), que consistia em multiplicar o dinheiro a partir das vastas somas de dinheiro depositadas pelas pessoas em suas casas de custódia (brokerage and escrow houses) espalhadas pela Europa através do empréstimo de dinheiro de papel a monarcas e governos. Uma de suas práticas mais determinadas era a de financiar os dois lados de uma guerra, garantindo assim, no mínimo, a duplicação de seus lucros com os juros cobrados, vencesse quem vencesse3.

Os moneychangers não se aliavam a determinado partido ou tendência política; para eles só existia a finalidade do lucro. Em algum tempo, a família Rothschild tomou conta de todos os bancos centrais do mundo – voltados unicamente para o lucro e não para a administração da economia dos seus respectivos países – e com a inteligente operação de sua inesgotável fortuna tornaram-se agentes determinantes na criação dos Estados Unidos da América, que viria a se tornar o país mais rico e poderoso do mundo. Não se trata de mera coincidência, pois foi a opressão inglesa sobre o Novo Mundo com a cobrança de taxas pelo Banco da Inglaterra que acabou por desencadear a revolução que criou os EUA.

Benjamim Franklin, inventor, cientista, político e diplomata do século XVIII, artífice da aliança com a França que auxiliou a independência americana, afirmou o seguinte ao Banco da Inglaterra, que tencionava financiar a nova república americana através da estratégia da usura (fractional reserve lending): "É muito simples. Aqui nas colônias nós emitimos nossa própria moeda, que se chama Colonial Script4. Emitimo-la na exata proporção das necessidades do comércio e da indústria, para tornar os produtos mais móveis entre os produtores e os consumidores. Desta forma, criando nosso próprio dinheiro de papel, controlamos o seu poder de compra e não precisamos pagar juros a ninguém".

O controle do sistema monetário dos EUA está totalmente investido no Congresso Americano, eis por que Jacob Schiff seduziu os parlamentares a bypassar a Carta Magna estadunidense e passar esse controle aos moneychangers. Para que essa transição fosse integralmente bem-sucedida e a população do país não pudesse fazer nada a respeito, seria necessário que o Congresso Americano promulgasse uma peça de lei específica. Como conseguir isso? Através de um presidente sem moral e sem escrúpulos, que assinasse o projeto de lei.

Nos quase 200 anos que se passaram entre a independência americana e a criação do Federal Reserve Bank (Banco Central dos Estados Unidos), popularmente conhecido como "Fed", várias vezes a família Rothschild tentou controlar a emissão de moeda nos EUA. Em cada tentativa, eles procuraram estabelecer um banco central privado, operando apenas com a finalidade de lucro e não para administrar ou proteger a economia americana. Cada uma dessas tentativas até 1913 foi enfrentada por políticos decentes e honestos, a maioria dos quais acabou assassinada por encomenda dos moneychangers.

O Fed começou a operar com cerca de 300 pessoas e outros bancos que adquiriram quotas de US$ 100.00 (a empresa é fechada, não negocia ações em bolsa) e se tornaram proprietários do Federal Reserve System. Criaram uma mastodôntica estrutura financeira internacional com ativos incalculáveis, na casa dos trilhões de dólares. O sistema FED arrecada bilhões de dólares em juros anualmente e distribui os lucros aos seus acionistas. Some-se a isso o fato de que o Congresso Americano concedeu ao FED o direito de emitir moeda através do Tesouro Americano (Dept. of the Treasury) sem cobrança de juros. O FED imprime dinheiro sem lastro, sem qualquer cobertura, e empresta-o a todas as pessoas através da rede de bancos afiliados, cobrando juros por isso. A instituição também compra dívidas governamentais com dinheiro impresso sem lastro e cobra juros ao governo americano que acabam incidindo sobre as contas do cidadão comum pagador de impostos.

O Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) é, na realidade, a ponta-líder de um conglomerado de bancos internacionais e pessoas físicas, unicamente dedicados a perseguir o lucro, todos a seguir identificados, o que constituiu a revelação de um dos maiores segredos dos últimos 100 anos:

Rothschild Bank of London

Warburg Bank of Hamburg

Rothschild Bank of Berlin

Lehman Brothers of New York *

Lazard Brothers of Paris

Kuhn Loeb Bank of New York

Israel Moses Seif Banks of Italy

Goldman, Sachs of New York

Warburg Bank of Amsterdam

Chase Manhattan Bank of New York

First National Bank of New York

James Stillman

National City Bank of New York

Mary W. Harnman

National Bank of Commerce, New York

A.D. Jiullard

Hanover National Bank, New York

Jacob Schiff

Chase National Bank, New York

Thomas F. Ryan

Paul Warburg

William Rockefeller

Levi P. Morton

M.T. Pyne

George F. Baker

Percy Pyne

Mrs. G.F. St. George

J.W. Sterling

Katherine St. George

H.P. Davidson

J.P. Morgan (Equitable Life/Mutual Life)

Edith Brevour

T. Baker

* a empresa Lehman Brothers pediu concordata em setembro de 2008, através da Seção Onze do U.S. Bankruptcy Code (Chapter Eleven)

Fonte: http://www.salvaialmas.com.br/printconteudo.php?id=1326

A maior fraude da História II

Para entender a ação sinistra dos controladores das finanças mundiais.
Veio o Vigésimo Século e os moneychangers, sempre representados pelos Rothschilds e seus áulicos, já estavam firmemente estabelecidos com seus bancos centrais e sua prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) em todas as grandes capitais européias. Era a hora de devotar atenção total aos Estados Unidos da América, a nova nação emergente do mundo. Ainda não existia um banco central americano, pois as várias tentativas de estabelecê-lo ao longo do século XIX foram infrutíferas. Finalmente, em 23.12.1913, durante um recesso de Natal do Congresso em que apenas três senadores retornaram à capital, Washington, para votar, foi perpetrado um dos maiores atos de vilipêndio contra o povo americano de que se tem notícia. Sob a presidência de Woodrow Wilson, um democrata que chegou ao cargo alardeando a bandeira de nunca permitir a criação de um banco central, foi promulgado o Federal Reserve Act (Ato da Reserva Federal), que instituiu um banco central privado, "disfarçado", não apenas para dominar a emissão de moeda, mas também para cobrar juros sobre essa emissão. Nada mais do que a milenar prática da usura. Uma verdadeira quadrilha estava em ação naquela época, dedicada a alimentar o sucesso da prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro), que incluía J.P. Morgan (John Pierpont Morgan)5 e que serviria de fundamento para a passagem tranqüila da legislação que criou o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Todos foram escolhidos a dedo pelos Rothschild e preparados para esse desfecho em 1913. Já famoso e muito rico, J.P. Morgan, que circulava com desenvoltura em todos os altos escalões do governo americano, começou a procurar um futuro presidente que apoiasse as idéias dos moneychangers de criar um banco central privado, com a finalidade primígena de lucro. Foi assim que conheceu Woodrow Wilson, então reitor da universidade de Princeton, no estado de Nova Jérsei.

O Federal Reserve System foi o desdobramento direto dessa aproximação de Morgan com Woodrow Wilson, mesmo diante das várias e infrutíferas tentativas de criar um banco central nos EUA ao longo do século XIX e que resultaram em pelo menos dois presidentes assassinados por oporem-se a essa idéia. O simples apoio de Wilson às idéias dos moneychangers constituiu um ato de alta traição. Um dos comentários públicos de Wilson sobre o assunto teria sido o seguinte: "Todos os nossos problemas econômicos seria solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país". Essa assertiva confirmou as circunstâncias da verdadeira usurpação que os moneychangers estavam prestes a praticar para adquirir o controle fiscal e monetário dos Estados Unidos.

O deputado republicano Charles A. Lindbergh, do estado de Minnesota, declarou: "Aqueles que não simpatizam com o poder financeiro dessa turma serão banidos dos negócios e a população será atemorizada com as mudanças nas leis bancárias e monetárias". Os inocentes cidadãos americanos foram mais uma vez tragados para a noção da criação de um banco central e a conseqüente escravização econômica. O senador Nelson Aldrich, de Rhode Island, se tornou o líder da National Monetary Commission, composta de moneychangers fiéis a J.P. Morgan. A finalidade desta comissão era estudar e recomendar ao Congresso Americano mudanças no sistema bancário do país para eliminar quaisquer problemas que surgissem da oposição à intenção primordial de lucro financeiro. O senador Aldrich era o porta-voz das mais abastadas famílias da América, estabelecidas na costa leste. Sua filha casou-se com John D. Rockefeller Junior e deles nasceram cinco filhos: John, Nelson (que se tornou vice-presidente em 1974), Lawrence, Winthrop e David, depois dono e chairman do Chase Manhattan Bank. Assim que a comissão foi instalada, o senador Aldrich embarcou num tour de dois anos pela Europa, para consultas com os bancos centrais do velho continente (Inglaterra, França e Alemanha). Somente a viagem custou aos cofres públicos americanos cerca de US$ 300.000,00, uma soma fabulosa para aqueles tempos.

Logo após seu retorno em 1910, Aldrich reuniu-se com alguns dos mais ricos e poderosos homens americanos em seu vagão ferroviário privativo e todos partiram secretamente para uma ilha na costa do estado da Geórgia, Jekyll Island. Junto com eles viajou um certo Paul Warburg, que recebia um salário de US$ 500.000,00 anuais pago pela empresa Kuhn, Loeb & Co., para conseguir a aprovação da lei de criação do banco central americano e era sócio de ninguém menos do que o alemão Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt. Na época, Schiff estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.

Essas três famílias financeiras européias, os Rothschilds, os Schiffs e os Warburgs estavam todas ligadas pelo matrimônio ao longo dos anos, assim como os Rockefellers, Morgans e Aldrichs nos EUA. O segredo desta reunião insular na Geórgia foi tão grande que os participantes foram instruídos a usar somente seus primeiros nomes para evitar que serviçais e criados descobrissem suas verdadeiras identidades.

Anos depois, um dos participantes dessa secretíssima reunião, Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante e protegé da família Rockefeller, confirmou a realização do evento. Citado numa reportagem do jornal Saturday Evening Post de 09.02.1935 ele disse: "Eu me portei secretamente e furtivamente como qualquer conspirador. Nós sabíamos que se vazasse qualquer informação de que estávamos impondo ao Congresso Americano uma nova legislação bancária não teríamos a menor chance de sua aprovação".

A idéia principal da reunião em Jekyll Island era desdobrar a intenção principal de reintroduzir um banco central privado para controlar o dinheiro dos Estados Unidos. Não para o povo americano, mas para os moneychangers da Europa e de Nova Iorque. A atração do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) era simplesmente irresistível para os gananciosos argentários. Essa conspiração dos banqueiros privados americanos para seqüestrar a economia americana se tornava cada vez mais importante diante da competição dos pequenos bancos estatais do país. Como o próprio senador Aldrich diria anos depois: "Antes da promulgação do Federal Reserve Act (em 1913) os banqueiros nova-iorquinos dominavam apenas as reservas monetárias de Nova Iorque. Agora controlamos as reservas do país inteiro." John Rockefeller disse a respeito: "A competição é um pecado, temos que demovê-lo".

O crescimento da economia americana prosperou e as grandes corporações do país começaram a se expandir a partir de seus fabulosos lucros. Como os moneychangers não possuíam voz ativa sobre essa expansão, que se processava em nível corporativo longe de seus tentáculos, pois a indústria estava se tornando independente deles, algo tinha que ser feito para mudar a situação. O nome do banco central americano consagrado naquela reunião secreta de Jekyll Island, na Geórgia, Federal Reserve Bank, foi escolhido para dar a impressão de que a instituição era pública, sem fins lucrativos e para administrar a economia americana em nome dos cidadãos contribuintes. Ledo engano. O nome foi apenas uma cortina de fumaça para esconder a intenção monopolista e opositora à concorrência da nova instituição, que tinha a exclusividade de imprimir as cédulas do dinheiro americano, criando dinheiro do nada, sem quaisquer lastro ou reservas e emprestando-o às pessoas sob juros.

Mas como é mesmo que o Fed cria dinheiro do nada? Comecemos com os bonds, ou letras do tesouro. São promessas de pagamento (ou IOUs, no acrônimo em inglês, originado de I owe you, "eu devo a você"). As pessoas compram esses títulos para garantir uma taxa de juros segura no resgate futuro. Ao final do prazo do papel, o governo repaga o valor principal mais juros, e o título é destruído. Atualmente existem cerca de US$ 5 trilhões desses papéis em poder do público. Agora, eis os quatro passos adotados pelo banco central americano para criar dinheiro do nada:

O Federal Open Market Committee (Comitê Federal do Mercado Aberto) aprova a compra de letras do Tesouro Americano no mercado aberto. Esses títulos são comprados pelo banco central americano, o Federal Reserve Bank. O Fed paga pelos títulos com créditos eletrônicos emitidos em favor do banco vendedor. Esses créditos não têm origem, não possuem qualquer lastro. O Fed simplesmente os cria e os bancos utilizam esses depósitos como reservas. Como segundo a prática do fractional reserve banking6 ou FRB, os bancos podem emprestar dez vezes mais do que o valor efetivo de suas reservas e sempre a juros, rapidamente eles conseguem produzir dinheiro do nada quando os tomadores começam a pagar os seus empréstimos. Que por sua vez surgiram do nada. O sistema FRB permite aos bancos não ter lastro em caixa equivalente aos depósitos dos clientes, vale dizer, se todos os correntistas resolvessem sacar o seu dinheiro o banco não teria como pagá-los, como aconteceu no crash da bolsa de Wall Street em 1929, do qual os moneychangers foram os únicos beneficiários e retomaram todas as propriedades e os bens do povo americano para revendê-los nos anos seguintes com grande lucro.

Desta forma, se o Fed adquirir, digamos, US$ 1 milhão em títulos, este valor se transformará automaticamente em US$ 10 milhões, do nada, sem qualquer lastro ou cobertura. O Fed simplesmente aciona sua gráfica e "imprime" os outros US$ 9 milhões e começa a emprestar o dinheiro a juros no mercado, através da rede bancária comercial. Assim, o banco central americano cria 10% do total desse dinheiro novo e os demais bancos criam os 90% restantes. Isto expande a quantidade de dinheiro em circulação e amplia o crédito e o consumo, levando as pessoas a comprarem mais e gastarem mais, inflando as estatísticas de crescimento nacional. Mas a verdadeira intenção desta operação é mais sinistra. Pretende o controle absoluto sobre a economia.

Para reduzir a quantidade de moeda circulante e provocar uma recessão, o processo é simplesmente revertido. O Fed vende os títulos ao público e o dinheiro sai dos bancos dos adquirentes. Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque, como vimos, o Fed criou US$ 9 milhões do nada.

Mas a duvida persiste: como estas operações deliberadas de inflação e deflação beneficiaram os grandes banqueiros privados que se reuniram secretamente em Jekyll Island para planejar a monopolização do sistema monetário americano e dominar a emissão de moeda?

Simples. Modificou radicalmente a reforma bancária realmente necessária para criar um sistema de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks7 do pres. Abraham Lincoln, representados por papel-moeda impresso e emitido pelo governo americano durante a Guerra Civil americana (1861-1865), um conflito entre os estados do norte contra os do sul. Lincoln, tal como seus antecessores Jackson8 e Madison9, era radicalmente contra o estabelecimento de um banco central, pois já conhecia a estratégia dos moneychangers. Ele favorecia a emissão da moeda nacional diretamente pelo Tesouro, um departamento cuja função era exatamente essa, a de atuar como administrador da corrência do país. Quando o Tesouro emite moeda, cada dólar impresso vale exatamente isso: um dólar, pois nasce consagrado pela confiança da população e pela certeza de que o dinheiro está sendo emitido sem especulação, sem incidência de juros. O dinheiro emitido pelo Federal Reserve, por outro lado, é exatamente o oposto. Traz embutidos juros e tem a intenção firme de lucrar ao ser "emprestado" ao governo, pois é isso o que o banco central faz: empresta dinheiro ao governo americano a juros. Em outras palavras, a tão propalada missão de "guardião da moeda", e "banco do povo", conceitos consagrados lá atrás através da criação do Banco da Inglaterra, nada mais é do que lucrar a qualquer custo e ainda controlar a emissão de moeda de um país. A estrutura do banco central favorece a centralização da oferta de moeda nas mãos de algumas poucas pessoas, com pouquíssimo controle político exercido pelo governo estabelecido.

Desde a proclamação da independência americana que políticos sérios e comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da população da América se insurgiram contra os moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: "Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, privando-as de todo o seu patrimônio, até o dia em que seus filhos acordarem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram".

Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed, (atualmente Paul Bernanke). O chefe do Fed é indicado pelo presidente da república, mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo. Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros "xerifes" da economia americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.

A criação do Federal Reserve Bank em 1913, consolidou definitivamente o controle dos moneychangers sobre o sistema financeiro americano, impedindo o retorno de uma política monetária de financiamento público livre de dívidas como os greenbacks de Lincoln e permitindo aos banqueiros criar 90% do dinheiro dos Estados Unidos baseado apenas no conceito de fractional reserves (reservas fracionais, sem lastro que garantisse a totalidade dos recursos) e emprestá-lo a juros. Menos de duas décadas após sua criação, a grande contração de crédito realizada pelo Fed no início dos anos 30 do século XX causaria a Grande Depressão de 1929. A independência do Banco Central americano só aumentou desde então, através da promulgação de inúmeras novas leis. A estratégia para enganar o público e fazê-lo pensar que o Fed era controlado pelo governo foi a criação de uma junta governante (board of governors) apontada pelo presidente do país e aprovada pelo senado. Os banqueiros tinham apenas que garantir que seus correligionários fossem os escolhidos para a junta, o que não era difícil, já que os banqueiros tinham dinheiro e dinheiro compra influência política em qualquer lugar do mundo. (continua)

Fonte: http://www.salvaialmas.com.br/printconteudo.php?id=1327

A maior fraude da História (conclusão)

Para entender a ação sinistra dos controladores das finanças mundiais


Logo após a reunião secreta de Jekyll Island, teve lugar uma verdadeira blitz de relações públicas. Os grandes banqueiros de Nova Iorque criaram um fundo educacional de US$ 5 milhões para financiar professores em universidades americanas importantes, em troca de apoio ao novo banco central. O primeiro a ser cooptado foi justamente Woodrow Wilson, de Princeton, que viria a ser tornar presidente dos EUA. Uma das primeiras ações legislativas dos moneychangers com o novo Fed foi uma lei conhecida como Aldrich Bill ("lei Aldrich") que logo foi apelidada pelo público como Banker's Bill, pois beneficiava apenas as grandes instituições financeiras. O congressista Lindbergh, pai do famoso aviador Charles Lindbergh que pela primeira vez cruzou o Atlântico sem escalas em 1927 voando num monomotor, disse: "O plano de Aldrich é o plano de Wall Street. Significa novo pânico financeiro, se necessário, para intimidar a população. O político Aldrich, pago pelo governo americano para representar o povo no Congresso, em vez disso, está propondo um plano para o grande capital".

A lei não foi aprovada. Os moneychangers então, através dos banqueiros novaiorquinos, financiaram Woodrow Wilson como o candidato democrata à presidência dos EUA. Coube ao filantropo e financista Bernard Baruch a tarefa de "doutrinar" Wilson nesse sentido, em 1912. Tudo estava pronto para o ataque final dos moneychangers europeus ao sistema financeiro do Novo Mundo. Essa luta já vinha desde os tempos da presidência de Andrew Jackson, ferrenho opositor da idéia de um banco central privado. Mas a capacidade de manobra do dinheiro logo se revelaria determinante, quando William Jennings Bryan, assessor de Jackson e vigoroso obstáculo entre os moneychangers e seu objetivo, sem saber da doutrinação empreendida por Baruch, apoiou a candidatura democrata de Wilson. Logo seriam traídos. Durante a campanha presidencial, os democratas tiveram o cuidado de "fingir" que eram opositores à lei Aldrich. Vinte anos depois, o congressista Louis McFadden, democrata da Pennsylvania, diria: "A lei Aldrich foi abandonada no nascedouro quando Woodrow Wilson foi nomeado candidato à presidência americana. Os líderes democratas prometeram à população que se fossem guindados ao poder não estabeleceriam um banco central para controlar as finanças da nação. Treze meses depois esta promessa foi quebrada e a nova administração do presidente eleito Wilson, sob a égide das sinistras figuras de Wall Street, estabeleceu a monárquica instituição do "banco do rei", nos mesmos moldes do Banco da Inglaterra, para controlar integralmente o sistema monetário dos Estados Unidos da América.

Após a eleição de Wilson, os magnatas J.P. Morgan, Warburg e Baruch apresentaram um novo projeto de lei, que Warburg denominou de Federal Reserve System. O partido democrata ovacionou o projeto, apontando-o como radicalmente diferente da lei Aldrich. Na realidade, a lei era praticamente idêntica em quase todos os seus aspectos. E foi assim que, no dia 22 de dezembro de 1913, às 11h da manhã, com um quorum ínfimo de apenas três senadores e apoiada pelo próprio presidente Woodrow Wilson, o Federal Reserve Act foi aprovado sem dissidências. Naquele mesmo dia, o congressista Lindbergh alertara: "Essa lei estabelece um mastodôntico feudo monetário (money trust) na Terra. Quando o presidente assiná-la, um governo invisível representado pelo poder monetário será legalizado em nosso país. As pessoas podem não perceber imediatamente, mas a verdade virá à tona no futuro. O pior crime legislativo da História está sendo perpetrado por essa lei dos banqueiros".

Esse verdadeiro ato de ganância e traição ao povo americano foi o resultado de uma longa batalha entre os moneychangers da Europa e os políticos americanos honestos. O sistema de fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) seria para sempre o desejo dos mercadores, agiotas e usurários e efetivamente nunca mudou desde o início do Renascimento quando começou a ser praticado. Outro ingrediente fundamental dessa equação era a taxação do povo e que foi consagrada na nova lei. A constituição americana, tal como foi redigida, não apenas excluía o governo de editar quaisquer leis (essa prerrogativa cabia somente ao Congresso) como também vetava a imposição de quaisquer taxas sobre a população. Apenas os estados podiam criar taxas e emolumentos, como fora o desejo dos founding fathers. A curiosa coincidência é que apenas semanas antes da promulgação do Federal Reserve Act, o Congresso havia aprovado uma lei criando o imposto de renda. Até hoje historiadores e estudiosos têm dúvidas se esta lei foi adequadamente ratificada antes de entrar em vigor.

O modelo de banco central criado pelos moneychangers nos Estados Unidos, com fundamento no pioneiro Bank of England, ganharia o mundo no século XX e hoje todos os países do planeta possuem um banco central igual ou similar, baseado num sistema de impostos como garantia do dinheiro que emprestam, a juros, aos governos de seus próprios países, literalmente mantendo esses governos e a população reféns de suas gananciosas políticas monetárias, expandindo e contraindo o crédito como melhor lhes apraz. O líder inconteste dessa atividade é o Fed americano, que "dita as regras" para seus congêneres em redor do mundo, mas o mecanismo é exatamente esse.

Como o Fed é um banco privado, sua intenção primordial é criar grandes dívidas junto ao governo e aplicar juros sobre elas e, como garantia de pagamento, precisa de um sistema de impostos à prova de erros. Desde os primórdios das atividades da família Rothschild na Europa que os moneychangers sabiam que a única garantia real de recuperar os seus empréstimos a reis, monarcas e governos era o direito do devedor de taxar a população.

Em 1895 a Suprema Corte americana considerou inconstitucional uma forma similar de taxação do público. Mais uma vez o senador Aldrich veio em socorro dos moneychangers e empreendeu vigoroso lobby no Congresso para provar que a nova taxação era necessária. E sucedeu. Seus colegas congressistas acederam sem se dar conta de que haviam votado o "elo perdido" do tabuleiro de xadrez dos moneychangers em sua jornada para dominar os Estados Unidos da América no século seguinte, bem como o resto do mundo com seu conceito de "bancos centrais privados".

Em outubro de 1913 o senador Aldrich apresentou novo projeto de lei fiscal no Congresso, dando ao governo federal o direito de cobrar impostos, o que era apenas permitido aos estados da união. Para os moneychangers era essencial que o governo federal pudesse taxar a população, sob pena de não conseguirem dar seguimento à estratégia de criação de dívidas crescentes com aplicação de juros. Essa estratégia foi repetida em todos os países do mundo durante o século XX até que todos se tornassem devedores de seus bancos centrais e garantissem os empréstimos através da cobrança de impostos ao público.

Revendo a história do Vigésimo Século e a dos Estados Unidos em particular, podemos observar claramente como a sombra gananciosa e sinistra dos poderosos moneychangers manipula a agenda planetária até hoje. A prática de financiar os dois lados de um conflito, por exemplo, tornou-se uma de suas atividades regulares, opondo o capitalismo ao comunismo e este ao socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle em suas mãos.

Eles financiavam um dos lados até que estivesse suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiavam o lado oposto e deixavam ambos se destruírem até ficarem sem recursos. A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que se haviam atirado era criar mais e mais impostos para satisfazer a ganância e a usura dos argentários10.

Não é difícil pintar o quadro real desta fraude. O risco que os moneychangers corriam era mínimo, pois os empréstimos que faziam eram apenas constituídos de cédulas de papel criadas do nada, através do sistema do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro). A prática se tornou até mais fácil com o advento dos computadores, que simplesmente adicionaram mais zeros às operações. Os cidadãos dos países devedores eram a garantia dos empréstimos enquanto continuavam a pagar seus impostos e estavam submetidos às diretrizes de seus governos estabelecidos. Foi assim que os moneychangers europeus ganharam controle sobre as inocentes massas da civilização do planeta e continuam a detê-lo na atualidade.

Para termos uma idéia da ativa participação dos moneychangers na Primeira Grande Guerra (1914-1918) é preciso entender que o conflito era essencialmente entre a Rússia e a Alemanha. A França e a Inglaterra foram partícipes involuntários. Entretanto, ambos os países tinham membros da família Rothschild no controle de seus bancos centrais, mantendo-os reféns econômicos juntamente com suas colônias ultramarinas. Os moneychangers insuflaram a guerra sob o pretexto da defesa nacional, financiando todos os lados envolvidos até a exaustão física e material. Depois de quatro anos de derramamento de sangue, os argentários reuniram-se com todos os envolvidos e desenvolveram um sistema de taxação para pagar as dívidas de guerra, que acabaria por desencadear o surgimento do nazismo e a eclosão da II Guerra Mundial, que funcionou da mesma forma.

A grande restrição creditícia imposta pelo Fed no início dos anos 30 causou a quebra da bolsa novaiorquina de 1929, com impacto em todo o mundo. O presidente Roosevelt acabou por falir a economia americana ao ceder a todos os mandamentos dos moneychangers, inclusive confiscando todo o ouro em poder do público e aplicando severas sanções a quem não o entregasse. Foi assim que surgiu Fort Knox, um dos grandes embustes americanos, famoso na literatura e no cinema por guardar uma imensa fortuna em barras de ouro, mas, que, na realidade, nunca foi auditado desde sua criação há mais de seis décadas e suspeita-se que tenha pouco ou nenhum ouro guardado atualmente, que teria sido enviado aos bancos europeus como garantia de empréstimos feitos pelos argentários ao governo dos EUA.

Dez anos depois do crash, em 1929, todos os players de um lado e de outro do Atlântico estavam tão depauperados que uma nova guerra tornou-se iminente. Os moneychangers, principalmente através do Fed americano, financiaram todos os lados e aguardaram a eclosão do conflito. Até os nazistas receberam dinheiro deles. O projeto Manhattan, que deu aos Estados Unidos a bomba atômica, foi o coup de gras dos especuladores, viabilizando a emergência dos americanos como primeira potência mundial, mas também criou as condições essenciais para a Guerra Fria entre os americanos e a União Soviética, mais um projeto de alta lucratividade para os moneychangers nas décadas seguintes com a corrida armamentista bipolar.

A Guerra da Coréia (1950-1953) e do Vietnam (1959-1975) são exemplos das práticas do fractional reserve lending praticada pelos bancos centrais para prover os governos de recursos para custear os conflitos, então já sob controle global dos moneychangers. O assassinato do presidente Kennedy em Dallas, Texas, em 1963, é uma repetição das circunstâncias envolvendo a era de Jesus há 2.000 anos. No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva no. 11.110, retirando do Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano. Com uma canetada, o pres. Kennedy criou as condições para encerrar as atividades do Banco Central americano. Essa ordem restaurou ao Depto. do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar deixou de ser nomeado Federal Reserve Note e passou a ser emitido como United States Note e não seria mais emprestado ao governo, seria impresso por ele, sem juros. Essa lei foi sua sentença de morte. Cinco meses depois, em 22.11.63, Kennedy foi assassinado em Dallas por Lee Oswald, que por sua vez foi morto a tiros por Jack Ruby no dia em que daria seu primeiro depoimento público sobre o caso. Jesus também confrontou os moneychangers e o tribunal Sanhedrin do templo judeu revelando (?) sua ganância monetária e acabou morto. Diante da possibilidade de perder o controle das massas e o direito de cobrar taxas e impostos, os moneychangers agem rápida e violentamente.

Alguém ainda tem dúvida sobre a origem da atual crise econômica que assola o planeta, iniciada com a retomada dos imóveis da categoria sub-prime e depois com o desmantelamento da "bolha" de investimentos de Wall Street, cujos efeitos irão impactar severamente todos os países do mundo, lamentavelmente os mais pobres com mais crueldade?

Fica fácil compreender o papel dos bancos centrais mundiais, liderados pelo Fed em todas essas crises. Quem é mesmo que está emprestando cerca de US$ 850 bilhões ao mercado nos EUA, injetando dinheiro nas empresas e nos bancos?

Ele mesmo, o Fed. Desta forma, expandindo e contraindo o dinheiro em circulação no mercado, os bancos maiores retomam ativos e o patrimônio das pessoas por uma bagatela e os revendem a preços usurários. Milhões de pessoas e negócios vão à falência, perdem suas casas e até a roupa do corpo, enquanto os moneychangers continuam sua opulenta trajetória de acumulação de dinheiro e poder.

Desconhecidas pela grande maioria das pessoas no planeta, essas informações estão a clamar uma decisão séria e definitiva da população diante desse cruel sistema de ganância e poder exercido por um pequeno grupo há mais de 300 anos, em contrapartida aos ensinamentos de amor ao próximo, irmandade e temor a Deus professados pela religião.

Será que somos suficientemente civilizados para tomar esta decisão de forma adequada, quer individual ou coletivamente, para as futuras gerações?

Ou também nós, diante do dinheiro e de todas as oportunidades e do poder que ele oferece, seremos tomados pela ganância e pela usura?

Uma coisa é certa. A civilização contemporânea, tal como está estabelecida, não subsistirá por muito mais tempo. Os problemas gerados pela cultura do dinheiro, do lucro, da ganância e do individualismo já estão destruindo a natureza do planeta de forma irreversível para os nossos descendentes. Aí reside o cerne da delicada decisão que nossa civilização terá que adotar, mais cedo ou mais tarde.

Se não enfrentarmos vigorosamente o embate milenar entre fortes x fracos e ricos x pobres, buscando ascender a uma consciência coletiva mais humana e amorosa e suprimindo os valores argentários, estaremos certamente acelerando nosso caminho para o fim.

É preciso que alcancemos sabedoria através de um renascimento espiritual, se quisermos deitar o pavimento para a sobrevivência das gerações futuras.

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Todas as citações deste artigo, quer no texto principal, quer nos rodapés, podem ser conferidas em livros e matérias atuais e da época ou diretamente pela Internet, através de ferramentas de busca como o Google e outros.

NOTAS DE RODAPÉ E REFERÊNCIAS:

1 Pai de Mayer Amschel [Bauer] Rothschild, autor da afirmação que abre o texto (acima).

2 Pela primeira vez em sua história, a empresa Lehman Brothers viu-se enredada em problemas especulativos e pediu concordata no início de setembro/2008 para evitar a falência.

3 A respeito, veja a história do conflito de Waterloo no Google, utilizando as palavras chave "Waterloo" + "Nathan Rothschild". É importante realizar a pesquisa com as aspas e o sinal de mais para atingir o resultado esperado.

4 Veja no Google, sempre entre aspas para "focar" a pesquisa.

5 Banqueiro, financista e colecionador de arte americano que dominou o financiamento corporativo e a consolidação industrial no século XIX, ele articulou a fusão das empresas Edison General Electric e Thompson-Houston Electric Company que se transformou na General Electric, a conhecida GE. Também participou ativamente da criação da United States Steel Corporation, fruto da união da Federal Steel Company com a Carnegie Steel Company, que se tornou uma das grandes siderúrgicas americanas. Doou grande parte de sua fabulosa coleção de arte ao Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque.

6 Fractional Reserve Banking = Sistema Bancário de Reserva Fracional, em que apenas uma pequena fração (às vezes até nenhuma, zero) dos depósitos bancários tem lastro em moeda corrente disponível para saque dos depositantes.

7 Greenback = verso verde. Os dólares impressos por determinação do presidente Abraham Lincoln tinham o verso em cor verde, para diferenciá-los das demais cédulas da moeda americana.

8 Do presidente Andrew Jackson, ao expulsar uma delegação de banqueiros internacionais do Salão Oval da Casa Branca: "Vocês são um ninho de vespas e ladrões cuja única intenção é acampar em torno da administração federal americana com sua aristocracia monetária perigosa para as liberdades do país".

9 Do presidente James Madison (quarto presidente americano): "A história registra que os moneychangers se utilizaram de toda sorte de abusos, intrigas e de todos os meios violentos possíveis para manter o controle sobre governos através da emissão de moeda".

10 A propósito, leia sobre "A República de Weimar", período de inflação galopante na Alemanha entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, em que o poder de compra do marco alemão foi completamente pulverizado pelas altas taxas cobradas dos países aliados vencedores do conflito.

Revista Jus Vigilantibus, Domingo, 12 de outubro de 2008