Apresentação

Análise da relação entre Consciência Ambiental, ONG s Ambientalistas e os interesses internacionais do G-7, Primeiro Mundo e Nova Ordem Mundial. Interação entre Movimentos de Preservação Ambiental, Greenpeace e ideologia da Nova Ordem Mundial. Quais são os Países Centrais e os Periféricos. Porque brasileiros Ambientalistas defendem interesses do Primeiro Mundo? Não será meio de impedir crescimento de Nações Subdesenvolvidas? Temos tempo para pensar em nosso criador, Deus? Temos tido tempo de pensar nos sinais dos tempos, nos acontecimentos atuais, tal como o apocalipse? Pandemias, viroses, pestes, terremotos, tsunami, terrorismo induzido, crise financeira mundial. Cadê o aquecimento Global?, é só notícia; observem nossos invernos, são muito frios; qual praia que você conhece sumiu, em virtude de subida das águas pelo tal aquecimento global? Isso é terrorismo induzido. Quase tudo é só notícia e manchete por interesses terceiros ocultos. Após conhecer estes assuntos você nunca mais verá as notícias dos jornais da mesma forma que via antes.

A marca da Besta

Porto Belo, SC, 22 de Março de 2007
Capela Nossa Senhora de Sion – 15 horas

SINAL DA BESTA

(O chip?)

“Paz!”
Realmente, cada vez mais o homem quer apoderar-se do homem. Quer dominar, quer conduzir, quer amordaçar... E cada vez mais usa de inventos e tecnologias para que isto aconteça.
E o homem será dominado pelo homem! Ninguém será livre.
Através de chips, conseguirá seu intento e terá poder de devassar a vida de cada um! E cada um será um robô nas mãos do dono do chip.
Portanto, filhos, quando isto acontecer, não podereis aceitar, pois sereis escravos dos maus... Vossa liberdade será ceifada...
“Se alguém aceitar, beberá o vinho da cólera Divina!”
Nada faltará, no entanto, para os que não aceitarem, pois Deus os cumulará de graças e proteção. É preciso confiar e usar de coragem... Deus vencerá!
Deus Pai orienta, na Sua Palavra, de como isto acontecerá:
“O sinal da besta será gravado na fronte ou na mão direita!...”
Portanto, o sinal em qualquer outro lugar não será perigoso! O sinal da besta só funcionará na fronte e na mão direita!
Deus age assim, para que seus filhos possam discernir e se proteger! Ninguém conseguirá dominar o homem, usando qualquer outro sinal, ou em qualquer outra parte do corpo, pois tais artefatos não funcionarão e isto também é por conta da defesa de Deus!
Por mais sábio que o inimigo seja, não consegue ultrapassar a Sabedoria de Deus... Não consegue enganar a Deus!
Deus então, deixa a “pista”: “Só os sinais que funcionarem na mão direita ou na fronte!”
Será então fácil de discernir...
Filhinhos amados: mesmo com esta interferência de Deus, muitos se deixarão abater, já que os seguidores da besta usarão de poderosos argumentos e ameaças...
Vós, porém sabeis: Deus vos protegerá e defenderá das garras do inimigo, caso não vierdes a aceitar seus artifícios desumanos.
E isto está próximo de acontecer!
Não tenhais medo! Confiai na força de Deus! Amém!
Eu vos abençôo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Filhinhos: rezai bem a Anistia da Redenção. Isto vos trará muita força e discernimento. Amém!
“Jesus!”


A maior fraude da História I

Para entender a ação sinistra dos controladores das finanças mundiais.


Embora não sendo matéria de cunho estritamente religioso, o Movimwento se propõe a esclarecer, em parte, o que ve acontecendo com o sistema econômico-financeiro, a nível mundial e que atingirá todo o planeta provocando uma catástrofe de proporções inimagináveis e que se relacionam com Final dos Tempos.

A verdade sobre os Bancos Centrais. O poder dos 'moneychangers' e a crise econômica mundial de 2008. Por Nehemias Gueiros, Jr. (O autor é carioca, nascido em 1958 e autor de inúmeros livros relacionados ao assunto)

"Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis". – Mayer Amschel [Bauer] Rothschild.

"Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e o comércio e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão". – declaração do pres. americano James Garfield, 1881.

Poucas semanas após proferir estas palavras (da segunda citação), dirigidas aos moneychangers, o presidente Garfield foi assassinado. E não foi o único presidente norte-americano morto por eles, como veremos adiante. Para podermos entender melhor quem são os moneychangers (ou argentários), é necessário retornar no tempo até cerca de 200 A .C., quando pela primeira vez tem-se registro da "usura". Entre as várias definições do Aurélio para usura encontramos juro exorbitante, exagerado, lucro exagerado, mesquinharia. Dois imperadores romanos foram assassinados por terem pretendido implantar leis de reforma limitando a propriedade privada de terras ao máximo de 500 acres (ou 202,34 hectares, ou 2.023.428,2 m²) e liberando a cunhagem de moedas, que era feita pelos especuladores. Em 48 A .C., Júlio César recuperou o poder de emitir moeda, tornando-o disponível para qualquer um que possuísse ouro ou prata. Também acabou assassinado. Em seguida, as pessoas comuns perderam suas casas e seus bens, da mesma forma como temos assistido acontecer na crise americana das hipotecas.

Na época de Jesus, há dois mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo através da cobrança de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. Vários historiadores estimam que os cofres dessa corte continham vários milhões de dólares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religião imposta por esses líderes. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacríleja de Israel e também acabou morto na cruz.

Nos séculos seguintes, os moneychangers continuaram a expandir a arte da usura em todos os segmentos da vida, criando expansões e contrações financeiras, de geração em geração enfrentando monarcas e líderes políticos que queriam erradicá-la. Sempre em vão. A cada bem-sucedida (e rara) tentativa de eliminá-la, a usura voltava com mais força ainda, respaldada pela ganância e o poder dos fortes e ricos contra os fracos e pobres. Na Idade Média, o Vaticano proibiu a cobrança de juros sobre os empréstimos, com base nos ensinamentos e na doutrina eclesiástica (?) de Aristóteles e São Tomás de Aquino. Afirmou que "o propósito do dinheiro é servir à sociedade e facilitar a troca de bens necessária à condução da vida". De nada adiantou, eis que a própria Igreja conspirava com o Estado para acumular dinheiro e poder através dos séculos e controlar os oprimidos com os "castigos" e as "bênçãos" do Todo Poderoso. Os argentários usavam os juros para praticar a usura, que hoje é consagrada por lei através da prática bancária. Já naquela época, vários religiosos e teólogos condenavam a escravização econômica resultante da usura mas como podemos observar a situação mudou muito pouco nos últimos 500 anos.

Na medida em que a usura foi se instalando em todas as camadas sociais, os moneychangers foram ficando cada vez mais ousados em suas manipulações financeiras e foi assim que surgiu o famigerado conceito do fractional reserve lending, ou "empréstimo baseado em reserva fracional" ou "empréstimo sem cobertura ou lastro". Embora de enunciado complexo, a prática é muito simples. Significa emprestar mais dinheiro do que se tem em caixa e transformou-se na maior fraude de todos os tempos, principal responsável pela vasta pobreza que assola o mundo até hoje e pela redução sistemática do valor do dinheiro. A descrição dos economistas sobre os chamados "ciclos econômicos", nada mais é do que a identificação dos períodos de expansão e retração determinados pelos bancos em todo o mundo, através do fractional reserve lending. Eles simplesmente adotaram as regras do passado e continuaram a praticá-las até hoje.

A prática do "empréstimo sem lastro" continuou se expandindo antes mesmo do surgimento dos bancos, alimentada pelos ourives e mercadores de ouro e prata, que guardavam os metais nobres da população em custódia para não serem roubados. Logo esses negociantes – na realidade meros agiotas – perceberam que a maioria das pessoas morria e não voltava para buscar seus bens, legando-os à herança familiar. Foi quando começaram a emprestar dinheiro a juros, geralmente em quantias muito superiores ao ouro e prata que possuíam guardados em custódia. O recibo da custódia foi provavelmente o primeiro embrião do dinheiro de papel que temos hoje, pois com ele, a pessoa podia adquirir mercadorias e bens no grande mercado. Com a contínua expansão desse negócio ilícito e usurário, logo os moneychangers puderam abrir lojas específicas para empréstimos, advindo daí a origem dos bancos modernos.

O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote "people's bank" (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro. As dívidas com o Banco da Inglaterra de centenas de gerações posteriores, representadas ou pela própria monarquia inglesa ou pelo governo, foram asseguradas através da criação de taxas impostas à população, que viriam a se transformar no Imposto de Renda como hoje o conhecemos. O modelo do Banco da Inglaterra rapidamente se transformou no modelo para os bancos centrais de todos os países no mundo atual. Os agiotas descobriram que é muito mais lucrativo emprestar para monarcas e governos do que para cidadãos comuns. Através da dívida, tornavam-se literalmente credores e soberanos de nações inteiras.

Em suma: os argentários colocavam um banco privado a cargo de todas as finanças e operações econômicas de um país, o que equivale a entregar a nação a uma organização mafiosa que controla a economia com a finalidade de lucro e assim mantém a população totalmente refém de suas políticas financeiras.

No início do século XVIII, cerca de 50 anos depois que o Banco da Inglaterra já estava operando, um alemão chamado Amshel Moses Bauer1, ourives e agiota que vivia em Frankfurt, na Alemanha, começou um negócio a que denominou de Rothschild, pois a insígnia na porta da loja era uma águia romana sobre um escudo vermelho. Rothschild significa "escudo vermelho" em alemão. O negócio prosperou e em 1743 ele mudou seu próprio nome para Amshel Moses Rothschild. Ele tinha cinco filhos e, ao atingirem a maioridade, ele enviou cada um a uma capital comercial da Europa para emprestar dinheiro a juros, principalmente às monarquias e reinos. O mais velho, Amshel, ficou em Frankfurt; Solomon foi para Viena; Nathan para Londres, Jacob para Paris e Carl para Nápoles. Assim foram plantadas as sementes que permitiram à mais poderosa e rica família da história do mundo reinar nos séculos seguintes da evolução da humanidade, com o único propósito de lucro e poder, seja qual fosse o custo. Gerações seguidas dos Rothschild e seus correligionários exercem – e continuam exercendo – poder sobre a sociedade mundial, utilizando-se da antiga prática da usura e do fractional reserve lending.

Já donos de uma fortuna incalculável obtida com os empréstimos a todos os países europeus os Rothschild se envolveram vigorosamente nos financiamentos ao governo inglês para as colônias da América, acabando por indiretamente causar a independência americana quando restringiram o crédito e aumentaram salgadamente as taxas cobradas aos pilgrims. Mesmo após a independência, logo implantaram o modelo de banco central no Novo Continente, para expandir ainda mais os seus lucros. Durante a primeira metade do século XIX nos Estados Unidos, pelo menos três vezes os opositores do sistema agiotário lograram êxito em fechar o banco, entre eles os presidentes James Madison e Andrew Jackson, mas ele sempre ressurgia. Foi durante a Guerra Civil americana que os conspiradores lançaram o seu mais bem-sucedido esforço nesse sentido. Judah Benjamin, principal assessor de Jefferson Davis (na época presidente dos Estados Confederados da América), era um agente dos Rothschild. A família plantou assessores no gabinete do presidente Abraham Lincoln e tentou vender-lhe a idéia de negociar com a Casa de Rothschild. Lincoln desconfiou de suas intenções e rejeitou a oferta, tornando-se inimigo figadal da família e acabou assassinado a tiros num teatro. Investigações sobre o crime revelaram que o assassino era membro de uma sociedade secreta cujo nome jamais foi revelado, pois vários altos funcionários do governo americano eram membros. O fim da guerra civil abortou temporariamente as chances dos Rothschild de por as mãos no sistema monetário dos Estados Unidos, como já faziam com a Inglaterra e todos os países da Europa. Mas apenas temporariamente.

Anos depois, um jovem imigrante, Jacob H. Schiff, chegou a Nova Iorque. Nascido em uma das casas dos Rothschild em Frankfurt, ele chegou à América com um objetivo definido: comprar ações de um grande banco para gradualmente adquirir o controle sobre o sistema financeiro americano. Schiff comprou quotas de participação numa empresa chamada Kuhn & Loeb, uma famosa casa privada de financiamentos. Entretanto, para cumprir sua missão, ele precisaria obter a cooperação de "peixes grandes" do segmento bancário norte-americano. Tarefa difícil para o humilde jovem alemão oriundo dos subúrbios de Frankfurt. Mas Schiff tinha trunfos: ele era enviado dos Rothschild e ofereceu ações européias de alto valor para distribuição no mercado americano. Foi no período pós-guerra civil que a indústria americana efetivamente começou a florescer para se transformar no colosso da atualidade. Com a decretação da paz e a expansão para o Oeste, havia estradas de ferro para construir, ligando as duas costas continentais do país, além da nascente prospecção petrolífera, das siderúrgicas e das empresas têxteis, para citar apenas algumas. Tudo requeria financiamento e não havia dinheiro suficiente no jovem país do Norte. A Casa de Rothschild ponteava no cenário europeu e tinha recursos abundantes, resultado da vigorosa especulação financeira empreendida em todos os centros comerciais da Europa nos 150 anos anteriores, emprestando dinheiro a monarcas, governos e parlamentares.

O jovem Schiff rapidamente se tornou padrinho de homens como John D. Rockefeller, Andrew Carnegie e Edward Harriman. Com o dinheiro dos Rothschild, ele financiou a Standard Oil Company (hoje a poderosa ESSO, acrônimo das duas letras que formavam a abreviação da empresa em inglês: S.O. – leia-se ESS-O), as ferrovias Union Pacific Railroad e Southern Pacific Railroad e o império do aço de Carnegie, com sua Carnegie Steel Company, que consagrou a cidade de Pittsburgh, no estado americano da Pennsylvania como a capital mundial do aço. Foi apenas uma questão de tempo para Jacob Schiff deter o controle da comunidade bancária de Wall Street, em Nova Iorque, que já incluía os Lehman Brothers2, Goldman-Sachs e outros grupos internacionais até hoje atuantes no mercado financeiro, todos eles, desde aquela época, controlados pelos Rothschild. É possível resumir a situação de forma bem simples: Schiff era o "chefe" do mercado financeiro de Nova Iorque e controlava o dinheiro dos Estados Unidos. Assim, foi preparado o bote sobre o sistema financeiro americano. Com seus cinco filhos firmemente encastelados em todos os centros financeiros da Europa, a família Rothschild logo ascendeu à posição de mais rica família do planeta. Esta situação persiste até hoje, embora eles professem uma postura de discrição, avessa à mídia e à divulgação. Nenhuma família ou grupo empresarial possui tanto poder e controle financeiro em todos os países do mundo como os Rothschild. E isto há 250 anos.

Sua fabulosa fortuna foi conseguida através da prática do fractional reserve lending ("empréstimo sem lastro"), que consistia em multiplicar o dinheiro a partir das vastas somas de dinheiro depositadas pelas pessoas em suas casas de custódia (brokerage and escrow houses) espalhadas pela Europa através do empréstimo de dinheiro de papel a monarcas e governos. Uma de suas práticas mais determinadas era a de financiar os dois lados de uma guerra, garantindo assim, no mínimo, a duplicação de seus lucros com os juros cobrados, vencesse quem vencesse3.

Os moneychangers não se aliavam a determinado partido ou tendência política; para eles só existia a finalidade do lucro. Em algum tempo, a família Rothschild tomou conta de todos os bancos centrais do mundo – voltados unicamente para o lucro e não para a administração da economia dos seus respectivos países – e com a inteligente operação de sua inesgotável fortuna tornaram-se agentes determinantes na criação dos Estados Unidos da América, que viria a se tornar o país mais rico e poderoso do mundo. Não se trata de mera coincidência, pois foi a opressão inglesa sobre o Novo Mundo com a cobrança de taxas pelo Banco da Inglaterra que acabou por desencadear a revolução que criou os EUA.

Benjamim Franklin, inventor, cientista, político e diplomata do século XVIII, artífice da aliança com a França que auxiliou a independência americana, afirmou o seguinte ao Banco da Inglaterra, que tencionava financiar a nova república americana através da estratégia da usura (fractional reserve lending): "É muito simples. Aqui nas colônias nós emitimos nossa própria moeda, que se chama Colonial Script4. Emitimo-la na exata proporção das necessidades do comércio e da indústria, para tornar os produtos mais móveis entre os produtores e os consumidores. Desta forma, criando nosso próprio dinheiro de papel, controlamos o seu poder de compra e não precisamos pagar juros a ninguém".

O controle do sistema monetário dos EUA está totalmente investido no Congresso Americano, eis por que Jacob Schiff seduziu os parlamentares a bypassar a Carta Magna estadunidense e passar esse controle aos moneychangers. Para que essa transição fosse integralmente bem-sucedida e a população do país não pudesse fazer nada a respeito, seria necessário que o Congresso Americano promulgasse uma peça de lei específica. Como conseguir isso? Através de um presidente sem moral e sem escrúpulos, que assinasse o projeto de lei.

Nos quase 200 anos que se passaram entre a independência americana e a criação do Federal Reserve Bank (Banco Central dos Estados Unidos), popularmente conhecido como "Fed", várias vezes a família Rothschild tentou controlar a emissão de moeda nos EUA. Em cada tentativa, eles procuraram estabelecer um banco central privado, operando apenas com a finalidade de lucro e não para administrar ou proteger a economia americana. Cada uma dessas tentativas até 1913 foi enfrentada por políticos decentes e honestos, a maioria dos quais acabou assassinada por encomenda dos moneychangers.

O Fed começou a operar com cerca de 300 pessoas e outros bancos que adquiriram quotas de US$ 100.00 (a empresa é fechada, não negocia ações em bolsa) e se tornaram proprietários do Federal Reserve System. Criaram uma mastodôntica estrutura financeira internacional com ativos incalculáveis, na casa dos trilhões de dólares. O sistema FED arrecada bilhões de dólares em juros anualmente e distribui os lucros aos seus acionistas. Some-se a isso o fato de que o Congresso Americano concedeu ao FED o direito de emitir moeda através do Tesouro Americano (Dept. of the Treasury) sem cobrança de juros. O FED imprime dinheiro sem lastro, sem qualquer cobertura, e empresta-o a todas as pessoas através da rede de bancos afiliados, cobrando juros por isso. A instituição também compra dívidas governamentais com dinheiro impresso sem lastro e cobra juros ao governo americano que acabam incidindo sobre as contas do cidadão comum pagador de impostos.

O Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) é, na realidade, a ponta-líder de um conglomerado de bancos internacionais e pessoas físicas, unicamente dedicados a perseguir o lucro, todos a seguir identificados, o que constituiu a revelação de um dos maiores segredos dos últimos 100 anos:

Rothschild Bank of London

Warburg Bank of Hamburg

Rothschild Bank of Berlin

Lehman Brothers of New York *

Lazard Brothers of Paris

Kuhn Loeb Bank of New York

Israel Moses Seif Banks of Italy

Goldman, Sachs of New York

Warburg Bank of Amsterdam

Chase Manhattan Bank of New York

First National Bank of New York

James Stillman

National City Bank of New York

Mary W. Harnman

National Bank of Commerce, New York

A.D. Jiullard

Hanover National Bank, New York

Jacob Schiff

Chase National Bank, New York

Thomas F. Ryan

Paul Warburg

William Rockefeller

Levi P. Morton

M.T. Pyne

George F. Baker

Percy Pyne

Mrs. G.F. St. George

J.W. Sterling

Katherine St. George

H.P. Davidson

J.P. Morgan (Equitable Life/Mutual Life)

Edith Brevour

T. Baker

* a empresa Lehman Brothers pediu concordata em setembro de 2008, através da Seção Onze do U.S. Bankruptcy Code (Chapter Eleven)

Fonte: http://www.salvaialmas.com.br/printconteudo.php?id=1326

A maior fraude da História II

Para entender a ação sinistra dos controladores das finanças mundiais.
Veio o Vigésimo Século e os moneychangers, sempre representados pelos Rothschilds e seus áulicos, já estavam firmemente estabelecidos com seus bancos centrais e sua prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) em todas as grandes capitais européias. Era a hora de devotar atenção total aos Estados Unidos da América, a nova nação emergente do mundo. Ainda não existia um banco central americano, pois as várias tentativas de estabelecê-lo ao longo do século XIX foram infrutíferas. Finalmente, em 23.12.1913, durante um recesso de Natal do Congresso em que apenas três senadores retornaram à capital, Washington, para votar, foi perpetrado um dos maiores atos de vilipêndio contra o povo americano de que se tem notícia. Sob a presidência de Woodrow Wilson, um democrata que chegou ao cargo alardeando a bandeira de nunca permitir a criação de um banco central, foi promulgado o Federal Reserve Act (Ato da Reserva Federal), que instituiu um banco central privado, "disfarçado", não apenas para dominar a emissão de moeda, mas também para cobrar juros sobre essa emissão. Nada mais do que a milenar prática da usura. Uma verdadeira quadrilha estava em ação naquela época, dedicada a alimentar o sucesso da prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro), que incluía J.P. Morgan (John Pierpont Morgan)5 e que serviria de fundamento para a passagem tranqüila da legislação que criou o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Todos foram escolhidos a dedo pelos Rothschild e preparados para esse desfecho em 1913. Já famoso e muito rico, J.P. Morgan, que circulava com desenvoltura em todos os altos escalões do governo americano, começou a procurar um futuro presidente que apoiasse as idéias dos moneychangers de criar um banco central privado, com a finalidade primígena de lucro. Foi assim que conheceu Woodrow Wilson, então reitor da universidade de Princeton, no estado de Nova Jérsei.

O Federal Reserve System foi o desdobramento direto dessa aproximação de Morgan com Woodrow Wilson, mesmo diante das várias e infrutíferas tentativas de criar um banco central nos EUA ao longo do século XIX e que resultaram em pelo menos dois presidentes assassinados por oporem-se a essa idéia. O simples apoio de Wilson às idéias dos moneychangers constituiu um ato de alta traição. Um dos comentários públicos de Wilson sobre o assunto teria sido o seguinte: "Todos os nossos problemas econômicos seria solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país". Essa assertiva confirmou as circunstâncias da verdadeira usurpação que os moneychangers estavam prestes a praticar para adquirir o controle fiscal e monetário dos Estados Unidos.

O deputado republicano Charles A. Lindbergh, do estado de Minnesota, declarou: "Aqueles que não simpatizam com o poder financeiro dessa turma serão banidos dos negócios e a população será atemorizada com as mudanças nas leis bancárias e monetárias". Os inocentes cidadãos americanos foram mais uma vez tragados para a noção da criação de um banco central e a conseqüente escravização econômica. O senador Nelson Aldrich, de Rhode Island, se tornou o líder da National Monetary Commission, composta de moneychangers fiéis a J.P. Morgan. A finalidade desta comissão era estudar e recomendar ao Congresso Americano mudanças no sistema bancário do país para eliminar quaisquer problemas que surgissem da oposição à intenção primordial de lucro financeiro. O senador Aldrich era o porta-voz das mais abastadas famílias da América, estabelecidas na costa leste. Sua filha casou-se com John D. Rockefeller Junior e deles nasceram cinco filhos: John, Nelson (que se tornou vice-presidente em 1974), Lawrence, Winthrop e David, depois dono e chairman do Chase Manhattan Bank. Assim que a comissão foi instalada, o senador Aldrich embarcou num tour de dois anos pela Europa, para consultas com os bancos centrais do velho continente (Inglaterra, França e Alemanha). Somente a viagem custou aos cofres públicos americanos cerca de US$ 300.000,00, uma soma fabulosa para aqueles tempos.

Logo após seu retorno em 1910, Aldrich reuniu-se com alguns dos mais ricos e poderosos homens americanos em seu vagão ferroviário privativo e todos partiram secretamente para uma ilha na costa do estado da Geórgia, Jekyll Island. Junto com eles viajou um certo Paul Warburg, que recebia um salário de US$ 500.000,00 anuais pago pela empresa Kuhn, Loeb & Co., para conseguir a aprovação da lei de criação do banco central americano e era sócio de ninguém menos do que o alemão Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt. Na época, Schiff estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.

Essas três famílias financeiras européias, os Rothschilds, os Schiffs e os Warburgs estavam todas ligadas pelo matrimônio ao longo dos anos, assim como os Rockefellers, Morgans e Aldrichs nos EUA. O segredo desta reunião insular na Geórgia foi tão grande que os participantes foram instruídos a usar somente seus primeiros nomes para evitar que serviçais e criados descobrissem suas verdadeiras identidades.

Anos depois, um dos participantes dessa secretíssima reunião, Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante e protegé da família Rockefeller, confirmou a realização do evento. Citado numa reportagem do jornal Saturday Evening Post de 09.02.1935 ele disse: "Eu me portei secretamente e furtivamente como qualquer conspirador. Nós sabíamos que se vazasse qualquer informação de que estávamos impondo ao Congresso Americano uma nova legislação bancária não teríamos a menor chance de sua aprovação".

A idéia principal da reunião em Jekyll Island era desdobrar a intenção principal de reintroduzir um banco central privado para controlar o dinheiro dos Estados Unidos. Não para o povo americano, mas para os moneychangers da Europa e de Nova Iorque. A atração do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) era simplesmente irresistível para os gananciosos argentários. Essa conspiração dos banqueiros privados americanos para seqüestrar a economia americana se tornava cada vez mais importante diante da competição dos pequenos bancos estatais do país. Como o próprio senador Aldrich diria anos depois: "Antes da promulgação do Federal Reserve Act (em 1913) os banqueiros nova-iorquinos dominavam apenas as reservas monetárias de Nova Iorque. Agora controlamos as reservas do país inteiro." John Rockefeller disse a respeito: "A competição é um pecado, temos que demovê-lo".

O crescimento da economia americana prosperou e as grandes corporações do país começaram a se expandir a partir de seus fabulosos lucros. Como os moneychangers não possuíam voz ativa sobre essa expansão, que se processava em nível corporativo longe de seus tentáculos, pois a indústria estava se tornando independente deles, algo tinha que ser feito para mudar a situação. O nome do banco central americano consagrado naquela reunião secreta de Jekyll Island, na Geórgia, Federal Reserve Bank, foi escolhido para dar a impressão de que a instituição era pública, sem fins lucrativos e para administrar a economia americana em nome dos cidadãos contribuintes. Ledo engano. O nome foi apenas uma cortina de fumaça para esconder a intenção monopolista e opositora à concorrência da nova instituição, que tinha a exclusividade de imprimir as cédulas do dinheiro americano, criando dinheiro do nada, sem quaisquer lastro ou reservas e emprestando-o às pessoas sob juros.

Mas como é mesmo que o Fed cria dinheiro do nada? Comecemos com os bonds, ou letras do tesouro. São promessas de pagamento (ou IOUs, no acrônimo em inglês, originado de I owe you, "eu devo a você"). As pessoas compram esses títulos para garantir uma taxa de juros segura no resgate futuro. Ao final do prazo do papel, o governo repaga o valor principal mais juros, e o título é destruído. Atualmente existem cerca de US$ 5 trilhões desses papéis em poder do público. Agora, eis os quatro passos adotados pelo banco central americano para criar dinheiro do nada:

O Federal Open Market Committee (Comitê Federal do Mercado Aberto) aprova a compra de letras do Tesouro Americano no mercado aberto. Esses títulos são comprados pelo banco central americano, o Federal Reserve Bank. O Fed paga pelos títulos com créditos eletrônicos emitidos em favor do banco vendedor. Esses créditos não têm origem, não possuem qualquer lastro. O Fed simplesmente os cria e os bancos utilizam esses depósitos como reservas. Como segundo a prática do fractional reserve banking6 ou FRB, os bancos podem emprestar dez vezes mais do que o valor efetivo de suas reservas e sempre a juros, rapidamente eles conseguem produzir dinheiro do nada quando os tomadores começam a pagar os seus empréstimos. Que por sua vez surgiram do nada. O sistema FRB permite aos bancos não ter lastro em caixa equivalente aos depósitos dos clientes, vale dizer, se todos os correntistas resolvessem sacar o seu dinheiro o banco não teria como pagá-los, como aconteceu no crash da bolsa de Wall Street em 1929, do qual os moneychangers foram os únicos beneficiários e retomaram todas as propriedades e os bens do povo americano para revendê-los nos anos seguintes com grande lucro.

Desta forma, se o Fed adquirir, digamos, US$ 1 milhão em títulos, este valor se transformará automaticamente em US$ 10 milhões, do nada, sem qualquer lastro ou cobertura. O Fed simplesmente aciona sua gráfica e "imprime" os outros US$ 9 milhões e começa a emprestar o dinheiro a juros no mercado, através da rede bancária comercial. Assim, o banco central americano cria 10% do total desse dinheiro novo e os demais bancos criam os 90% restantes. Isto expande a quantidade de dinheiro em circulação e amplia o crédito e o consumo, levando as pessoas a comprarem mais e gastarem mais, inflando as estatísticas de crescimento nacional. Mas a verdadeira intenção desta operação é mais sinistra. Pretende o controle absoluto sobre a economia.

Para reduzir a quantidade de moeda circulante e provocar uma recessão, o processo é simplesmente revertido. O Fed vende os títulos ao público e o dinheiro sai dos bancos dos adquirentes. Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque, como vimos, o Fed criou US$ 9 milhões do nada.

Mas a duvida persiste: como estas operações deliberadas de inflação e deflação beneficiaram os grandes banqueiros privados que se reuniram secretamente em Jekyll Island para planejar a monopolização do sistema monetário americano e dominar a emissão de moeda?

Simples. Modificou radicalmente a reforma bancária realmente necessária para criar um sistema de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks7 do pres. Abraham Lincoln, representados por papel-moeda impresso e emitido pelo governo americano durante a Guerra Civil americana (1861-1865), um conflito entre os estados do norte contra os do sul. Lincoln, tal como seus antecessores Jackson8 e Madison9, era radicalmente contra o estabelecimento de um banco central, pois já conhecia a estratégia dos moneychangers. Ele favorecia a emissão da moeda nacional diretamente pelo Tesouro, um departamento cuja função era exatamente essa, a de atuar como administrador da corrência do país. Quando o Tesouro emite moeda, cada dólar impresso vale exatamente isso: um dólar, pois nasce consagrado pela confiança da população e pela certeza de que o dinheiro está sendo emitido sem especulação, sem incidência de juros. O dinheiro emitido pelo Federal Reserve, por outro lado, é exatamente o oposto. Traz embutidos juros e tem a intenção firme de lucrar ao ser "emprestado" ao governo, pois é isso o que o banco central faz: empresta dinheiro ao governo americano a juros. Em outras palavras, a tão propalada missão de "guardião da moeda", e "banco do povo", conceitos consagrados lá atrás através da criação do Banco da Inglaterra, nada mais é do que lucrar a qualquer custo e ainda controlar a emissão de moeda de um país. A estrutura do banco central favorece a centralização da oferta de moeda nas mãos de algumas poucas pessoas, com pouquíssimo controle político exercido pelo governo estabelecido.

Desde a proclamação da independência americana que políticos sérios e comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da população da América se insurgiram contra os moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: "Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, privando-as de todo o seu patrimônio, até o dia em que seus filhos acordarem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram".

Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed, (atualmente Paul Bernanke). O chefe do Fed é indicado pelo presidente da república, mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo. Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros "xerifes" da economia americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.

A criação do Federal Reserve Bank em 1913, consolidou definitivamente o controle dos moneychangers sobre o sistema financeiro americano, impedindo o retorno de uma política monetária de financiamento público livre de dívidas como os greenbacks de Lincoln e permitindo aos banqueiros criar 90% do dinheiro dos Estados Unidos baseado apenas no conceito de fractional reserves (reservas fracionais, sem lastro que garantisse a totalidade dos recursos) e emprestá-lo a juros. Menos de duas décadas após sua criação, a grande contração de crédito realizada pelo Fed no início dos anos 30 do século XX causaria a Grande Depressão de 1929. A independência do Banco Central americano só aumentou desde então, através da promulgação de inúmeras novas leis. A estratégia para enganar o público e fazê-lo pensar que o Fed era controlado pelo governo foi a criação de uma junta governante (board of governors) apontada pelo presidente do país e aprovada pelo senado. Os banqueiros tinham apenas que garantir que seus correligionários fossem os escolhidos para a junta, o que não era difícil, já que os banqueiros tinham dinheiro e dinheiro compra influência política em qualquer lugar do mundo. (continua)

Fonte: http://www.salvaialmas.com.br/printconteudo.php?id=1327

A maior fraude da História (conclusão)

Para entender a ação sinistra dos controladores das finanças mundiais


Logo após a reunião secreta de Jekyll Island, teve lugar uma verdadeira blitz de relações públicas. Os grandes banqueiros de Nova Iorque criaram um fundo educacional de US$ 5 milhões para financiar professores em universidades americanas importantes, em troca de apoio ao novo banco central. O primeiro a ser cooptado foi justamente Woodrow Wilson, de Princeton, que viria a ser tornar presidente dos EUA. Uma das primeiras ações legislativas dos moneychangers com o novo Fed foi uma lei conhecida como Aldrich Bill ("lei Aldrich") que logo foi apelidada pelo público como Banker's Bill, pois beneficiava apenas as grandes instituições financeiras. O congressista Lindbergh, pai do famoso aviador Charles Lindbergh que pela primeira vez cruzou o Atlântico sem escalas em 1927 voando num monomotor, disse: "O plano de Aldrich é o plano de Wall Street. Significa novo pânico financeiro, se necessário, para intimidar a população. O político Aldrich, pago pelo governo americano para representar o povo no Congresso, em vez disso, está propondo um plano para o grande capital".

A lei não foi aprovada. Os moneychangers então, através dos banqueiros novaiorquinos, financiaram Woodrow Wilson como o candidato democrata à presidência dos EUA. Coube ao filantropo e financista Bernard Baruch a tarefa de "doutrinar" Wilson nesse sentido, em 1912. Tudo estava pronto para o ataque final dos moneychangers europeus ao sistema financeiro do Novo Mundo. Essa luta já vinha desde os tempos da presidência de Andrew Jackson, ferrenho opositor da idéia de um banco central privado. Mas a capacidade de manobra do dinheiro logo se revelaria determinante, quando William Jennings Bryan, assessor de Jackson e vigoroso obstáculo entre os moneychangers e seu objetivo, sem saber da doutrinação empreendida por Baruch, apoiou a candidatura democrata de Wilson. Logo seriam traídos. Durante a campanha presidencial, os democratas tiveram o cuidado de "fingir" que eram opositores à lei Aldrich. Vinte anos depois, o congressista Louis McFadden, democrata da Pennsylvania, diria: "A lei Aldrich foi abandonada no nascedouro quando Woodrow Wilson foi nomeado candidato à presidência americana. Os líderes democratas prometeram à população que se fossem guindados ao poder não estabeleceriam um banco central para controlar as finanças da nação. Treze meses depois esta promessa foi quebrada e a nova administração do presidente eleito Wilson, sob a égide das sinistras figuras de Wall Street, estabeleceu a monárquica instituição do "banco do rei", nos mesmos moldes do Banco da Inglaterra, para controlar integralmente o sistema monetário dos Estados Unidos da América.

Após a eleição de Wilson, os magnatas J.P. Morgan, Warburg e Baruch apresentaram um novo projeto de lei, que Warburg denominou de Federal Reserve System. O partido democrata ovacionou o projeto, apontando-o como radicalmente diferente da lei Aldrich. Na realidade, a lei era praticamente idêntica em quase todos os seus aspectos. E foi assim que, no dia 22 de dezembro de 1913, às 11h da manhã, com um quorum ínfimo de apenas três senadores e apoiada pelo próprio presidente Woodrow Wilson, o Federal Reserve Act foi aprovado sem dissidências. Naquele mesmo dia, o congressista Lindbergh alertara: "Essa lei estabelece um mastodôntico feudo monetário (money trust) na Terra. Quando o presidente assiná-la, um governo invisível representado pelo poder monetário será legalizado em nosso país. As pessoas podem não perceber imediatamente, mas a verdade virá à tona no futuro. O pior crime legislativo da História está sendo perpetrado por essa lei dos banqueiros".

Esse verdadeiro ato de ganância e traição ao povo americano foi o resultado de uma longa batalha entre os moneychangers da Europa e os políticos americanos honestos. O sistema de fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) seria para sempre o desejo dos mercadores, agiotas e usurários e efetivamente nunca mudou desde o início do Renascimento quando começou a ser praticado. Outro ingrediente fundamental dessa equação era a taxação do povo e que foi consagrada na nova lei. A constituição americana, tal como foi redigida, não apenas excluía o governo de editar quaisquer leis (essa prerrogativa cabia somente ao Congresso) como também vetava a imposição de quaisquer taxas sobre a população. Apenas os estados podiam criar taxas e emolumentos, como fora o desejo dos founding fathers. A curiosa coincidência é que apenas semanas antes da promulgação do Federal Reserve Act, o Congresso havia aprovado uma lei criando o imposto de renda. Até hoje historiadores e estudiosos têm dúvidas se esta lei foi adequadamente ratificada antes de entrar em vigor.

O modelo de banco central criado pelos moneychangers nos Estados Unidos, com fundamento no pioneiro Bank of England, ganharia o mundo no século XX e hoje todos os países do planeta possuem um banco central igual ou similar, baseado num sistema de impostos como garantia do dinheiro que emprestam, a juros, aos governos de seus próprios países, literalmente mantendo esses governos e a população reféns de suas gananciosas políticas monetárias, expandindo e contraindo o crédito como melhor lhes apraz. O líder inconteste dessa atividade é o Fed americano, que "dita as regras" para seus congêneres em redor do mundo, mas o mecanismo é exatamente esse.

Como o Fed é um banco privado, sua intenção primordial é criar grandes dívidas junto ao governo e aplicar juros sobre elas e, como garantia de pagamento, precisa de um sistema de impostos à prova de erros. Desde os primórdios das atividades da família Rothschild na Europa que os moneychangers sabiam que a única garantia real de recuperar os seus empréstimos a reis, monarcas e governos era o direito do devedor de taxar a população.

Em 1895 a Suprema Corte americana considerou inconstitucional uma forma similar de taxação do público. Mais uma vez o senador Aldrich veio em socorro dos moneychangers e empreendeu vigoroso lobby no Congresso para provar que a nova taxação era necessária. E sucedeu. Seus colegas congressistas acederam sem se dar conta de que haviam votado o "elo perdido" do tabuleiro de xadrez dos moneychangers em sua jornada para dominar os Estados Unidos da América no século seguinte, bem como o resto do mundo com seu conceito de "bancos centrais privados".

Em outubro de 1913 o senador Aldrich apresentou novo projeto de lei fiscal no Congresso, dando ao governo federal o direito de cobrar impostos, o que era apenas permitido aos estados da união. Para os moneychangers era essencial que o governo federal pudesse taxar a população, sob pena de não conseguirem dar seguimento à estratégia de criação de dívidas crescentes com aplicação de juros. Essa estratégia foi repetida em todos os países do mundo durante o século XX até que todos se tornassem devedores de seus bancos centrais e garantissem os empréstimos através da cobrança de impostos ao público.

Revendo a história do Vigésimo Século e a dos Estados Unidos em particular, podemos observar claramente como a sombra gananciosa e sinistra dos poderosos moneychangers manipula a agenda planetária até hoje. A prática de financiar os dois lados de um conflito, por exemplo, tornou-se uma de suas atividades regulares, opondo o capitalismo ao comunismo e este ao socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle em suas mãos.

Eles financiavam um dos lados até que estivesse suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiavam o lado oposto e deixavam ambos se destruírem até ficarem sem recursos. A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que se haviam atirado era criar mais e mais impostos para satisfazer a ganância e a usura dos argentários10.

Não é difícil pintar o quadro real desta fraude. O risco que os moneychangers corriam era mínimo, pois os empréstimos que faziam eram apenas constituídos de cédulas de papel criadas do nada, através do sistema do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro). A prática se tornou até mais fácil com o advento dos computadores, que simplesmente adicionaram mais zeros às operações. Os cidadãos dos países devedores eram a garantia dos empréstimos enquanto continuavam a pagar seus impostos e estavam submetidos às diretrizes de seus governos estabelecidos. Foi assim que os moneychangers europeus ganharam controle sobre as inocentes massas da civilização do planeta e continuam a detê-lo na atualidade.

Para termos uma idéia da ativa participação dos moneychangers na Primeira Grande Guerra (1914-1918) é preciso entender que o conflito era essencialmente entre a Rússia e a Alemanha. A França e a Inglaterra foram partícipes involuntários. Entretanto, ambos os países tinham membros da família Rothschild no controle de seus bancos centrais, mantendo-os reféns econômicos juntamente com suas colônias ultramarinas. Os moneychangers insuflaram a guerra sob o pretexto da defesa nacional, financiando todos os lados envolvidos até a exaustão física e material. Depois de quatro anos de derramamento de sangue, os argentários reuniram-se com todos os envolvidos e desenvolveram um sistema de taxação para pagar as dívidas de guerra, que acabaria por desencadear o surgimento do nazismo e a eclosão da II Guerra Mundial, que funcionou da mesma forma.

A grande restrição creditícia imposta pelo Fed no início dos anos 30 causou a quebra da bolsa novaiorquina de 1929, com impacto em todo o mundo. O presidente Roosevelt acabou por falir a economia americana ao ceder a todos os mandamentos dos moneychangers, inclusive confiscando todo o ouro em poder do público e aplicando severas sanções a quem não o entregasse. Foi assim que surgiu Fort Knox, um dos grandes embustes americanos, famoso na literatura e no cinema por guardar uma imensa fortuna em barras de ouro, mas, que, na realidade, nunca foi auditado desde sua criação há mais de seis décadas e suspeita-se que tenha pouco ou nenhum ouro guardado atualmente, que teria sido enviado aos bancos europeus como garantia de empréstimos feitos pelos argentários ao governo dos EUA.

Dez anos depois do crash, em 1929, todos os players de um lado e de outro do Atlântico estavam tão depauperados que uma nova guerra tornou-se iminente. Os moneychangers, principalmente através do Fed americano, financiaram todos os lados e aguardaram a eclosão do conflito. Até os nazistas receberam dinheiro deles. O projeto Manhattan, que deu aos Estados Unidos a bomba atômica, foi o coup de gras dos especuladores, viabilizando a emergência dos americanos como primeira potência mundial, mas também criou as condições essenciais para a Guerra Fria entre os americanos e a União Soviética, mais um projeto de alta lucratividade para os moneychangers nas décadas seguintes com a corrida armamentista bipolar.

A Guerra da Coréia (1950-1953) e do Vietnam (1959-1975) são exemplos das práticas do fractional reserve lending praticada pelos bancos centrais para prover os governos de recursos para custear os conflitos, então já sob controle global dos moneychangers. O assassinato do presidente Kennedy em Dallas, Texas, em 1963, é uma repetição das circunstâncias envolvendo a era de Jesus há 2.000 anos. No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva no. 11.110, retirando do Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano. Com uma canetada, o pres. Kennedy criou as condições para encerrar as atividades do Banco Central americano. Essa ordem restaurou ao Depto. do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar deixou de ser nomeado Federal Reserve Note e passou a ser emitido como United States Note e não seria mais emprestado ao governo, seria impresso por ele, sem juros. Essa lei foi sua sentença de morte. Cinco meses depois, em 22.11.63, Kennedy foi assassinado em Dallas por Lee Oswald, que por sua vez foi morto a tiros por Jack Ruby no dia em que daria seu primeiro depoimento público sobre o caso. Jesus também confrontou os moneychangers e o tribunal Sanhedrin do templo judeu revelando (?) sua ganância monetária e acabou morto. Diante da possibilidade de perder o controle das massas e o direito de cobrar taxas e impostos, os moneychangers agem rápida e violentamente.

Alguém ainda tem dúvida sobre a origem da atual crise econômica que assola o planeta, iniciada com a retomada dos imóveis da categoria sub-prime e depois com o desmantelamento da "bolha" de investimentos de Wall Street, cujos efeitos irão impactar severamente todos os países do mundo, lamentavelmente os mais pobres com mais crueldade?

Fica fácil compreender o papel dos bancos centrais mundiais, liderados pelo Fed em todas essas crises. Quem é mesmo que está emprestando cerca de US$ 850 bilhões ao mercado nos EUA, injetando dinheiro nas empresas e nos bancos?

Ele mesmo, o Fed. Desta forma, expandindo e contraindo o dinheiro em circulação no mercado, os bancos maiores retomam ativos e o patrimônio das pessoas por uma bagatela e os revendem a preços usurários. Milhões de pessoas e negócios vão à falência, perdem suas casas e até a roupa do corpo, enquanto os moneychangers continuam sua opulenta trajetória de acumulação de dinheiro e poder.

Desconhecidas pela grande maioria das pessoas no planeta, essas informações estão a clamar uma decisão séria e definitiva da população diante desse cruel sistema de ganância e poder exercido por um pequeno grupo há mais de 300 anos, em contrapartida aos ensinamentos de amor ao próximo, irmandade e temor a Deus professados pela religião.

Será que somos suficientemente civilizados para tomar esta decisão de forma adequada, quer individual ou coletivamente, para as futuras gerações?

Ou também nós, diante do dinheiro e de todas as oportunidades e do poder que ele oferece, seremos tomados pela ganância e pela usura?

Uma coisa é certa. A civilização contemporânea, tal como está estabelecida, não subsistirá por muito mais tempo. Os problemas gerados pela cultura do dinheiro, do lucro, da ganância e do individualismo já estão destruindo a natureza do planeta de forma irreversível para os nossos descendentes. Aí reside o cerne da delicada decisão que nossa civilização terá que adotar, mais cedo ou mais tarde.

Se não enfrentarmos vigorosamente o embate milenar entre fortes x fracos e ricos x pobres, buscando ascender a uma consciência coletiva mais humana e amorosa e suprimindo os valores argentários, estaremos certamente acelerando nosso caminho para o fim.

É preciso que alcancemos sabedoria através de um renascimento espiritual, se quisermos deitar o pavimento para a sobrevivência das gerações futuras.

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Todas as citações deste artigo, quer no texto principal, quer nos rodapés, podem ser conferidas em livros e matérias atuais e da época ou diretamente pela Internet, através de ferramentas de busca como o Google e outros.

NOTAS DE RODAPÉ E REFERÊNCIAS:

1 Pai de Mayer Amschel [Bauer] Rothschild, autor da afirmação que abre o texto (acima).

2 Pela primeira vez em sua história, a empresa Lehman Brothers viu-se enredada em problemas especulativos e pediu concordata no início de setembro/2008 para evitar a falência.

3 A respeito, veja a história do conflito de Waterloo no Google, utilizando as palavras chave "Waterloo" + "Nathan Rothschild". É importante realizar a pesquisa com as aspas e o sinal de mais para atingir o resultado esperado.

4 Veja no Google, sempre entre aspas para "focar" a pesquisa.

5 Banqueiro, financista e colecionador de arte americano que dominou o financiamento corporativo e a consolidação industrial no século XIX, ele articulou a fusão das empresas Edison General Electric e Thompson-Houston Electric Company que se transformou na General Electric, a conhecida GE. Também participou ativamente da criação da United States Steel Corporation, fruto da união da Federal Steel Company com a Carnegie Steel Company, que se tornou uma das grandes siderúrgicas americanas. Doou grande parte de sua fabulosa coleção de arte ao Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque.

6 Fractional Reserve Banking = Sistema Bancário de Reserva Fracional, em que apenas uma pequena fração (às vezes até nenhuma, zero) dos depósitos bancários tem lastro em moeda corrente disponível para saque dos depositantes.

7 Greenback = verso verde. Os dólares impressos por determinação do presidente Abraham Lincoln tinham o verso em cor verde, para diferenciá-los das demais cédulas da moeda americana.

8 Do presidente Andrew Jackson, ao expulsar uma delegação de banqueiros internacionais do Salão Oval da Casa Branca: "Vocês são um ninho de vespas e ladrões cuja única intenção é acampar em torno da administração federal americana com sua aristocracia monetária perigosa para as liberdades do país".

9 Do presidente James Madison (quarto presidente americano): "A história registra que os moneychangers se utilizaram de toda sorte de abusos, intrigas e de todos os meios violentos possíveis para manter o controle sobre governos através da emissão de moeda".

10 A propósito, leia sobre "A República de Weimar", período de inflação galopante na Alemanha entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, em que o poder de compra do marco alemão foi completamente pulverizado pelas altas taxas cobradas dos países aliados vencedores do conflito.

Revista Jus Vigilantibus, Domingo, 12 de outubro de 2008

Crise, ou Juizo Divino

Um verdadeiro sinal
Parece oportuno publicar, no momento em que todos os países atravessam uma crise financeira grave a seguinte mensagem ou convicção de São Nicolau, denominado como o Crisóstomo Sérvio.

A um sacerdote que lhe perguntava, em 1929, as razões da crise financeira, o Santo Bispo respondeu com uma carta, cujo conteúdo principal publicamos abaixo. Antes, porém, de responder, o Bispo lembra ao consulente a etimologia verdadeira da palavra CRISE, isto é, JUIZO ou JULGAMENTO.

“... Tu interrogas-me sobre o problema da crise atual, ou antes, do Juízo ou Julgamento atual de Deus. A causa é, ainda e sempre, a mesma. É a causa das secas, das inundações, das epidemias e de outras pancadas no gênero humano; e aqui mesmo está também a causa da crise atual: A apostasia dos homens. Pelo pecado da apostasia, os homens provocaram esta crise, e Deus permitiu-a a fim de despertá-los, de despertar a sua consciência e de fazê-los regressar à vida espiritual e a Ele mesmo. Aos pecados modernos, corresponde sempre uma crise moderna. E efetivamente, Deus serviu-se de meios modernos, para fazer regressar à razão aos homens modernos: Ele mesmo castigou os bancos, as bolsas, as finanças, os câmbios das moedas. Ele mesmo revirou as mesas dos cambistas no mundo inteiro, como outrora o fez no templo de Jerusalém. Ele mesmo provocou um pânico sem precedentes nos negociantes e cambistas. Ele mesmo revolve, revira, mistura, apavora. E tudo isto, a fim de despertar os “entendidos” europeus e americanos cheios de arrogância, a fim de despertar as suas consciências, de conduzi-las para aquilo que é espiritual. A fim de que, aqueles que estão ancorados no porto da segurança material, se lembrem da sua alma, reconheçam as suas iniqüidades e se virem para o Deus Altíssimo, o Deus vivo.

Quanto tempo durará a crise? Tanto, quanto o espírito dos homens continuar inalterado. Tanto, quanto os responsáveis orgulhosos desta crise não capitularem ou se renderem, perante o Todo-Poderoso. Tanto, quanto os homens e os povos se não lembrarem do significado autêntica desta palavra, e não traduzirem na sua língua a palavra “crise”, termo que ninguém compreende, pelo seu verdadeiro significado: Julgamento. Tanto, quanto eles mesmos não suspirarem, gritando: “É o julgamento de Deus!”



Cartas missionárias di Bispo Nicolau”. (Sérvia). Ed Dusseldorf, 1977

Bioterrorismo

Como sempre temos anunciado, com base nas profecias atuais, o homem mau está preparando o inferno para que se derrame sobre a terra. Inferno que em breve irá escancarrar todas as suas portas. Uma destas portas se dará pelas doenças fabricadas em laboratório, com virus ativados nas naves espaciais, para criar virus mortíferos, multiplicando a sua fúria assassina. Que poderá levar á óbito milhões de pessoa,s em todo mundo.
O objetivo é matar a maior parte da humanidade, que a besta considera bocas inúteis. Em síntese, os condutores do demônio acham que no máximo entre 500 milhões e um bilhão de pessoas são suficientes para, como escravos, sacar das entranhas da terra, para eles, todas as riquezas existentes, e produzir tudo aquilo que eles precisam para viverem como deuses.
Eles precisam, por outro lado, reduzir a população do planeta a um número menor, porque se torna mais facilmente controlável por eles, através do chip, das drogas alucinógenas, do controle dos alimentos e medicamentos. Com isso dão de si uma demonstração de fraqueza, e por outro lado diminuem o número de futuros adoradores do diabo. O mundo que se prepare, a humanidade não sabe o que a espera...

MULTIPLIQUEM, URGENTE, OS LENCINHOS. PEÇA QUEM NÃO OS TEM AINDA

Informação recebida via internet sobre a “gripe suína” (gentileza Maria Alzira)

Jornalista lança acusações sobre a WHO e as UN sobre o bioterrorismo e seus objectivos de cometer um assassinato em massa
(por Barbara Minton, editora de saúde natural, da Natural News)

Como a data de lançamento da vacina Baxter' s para a gripe pandémica A/H1N1 (Julho) se aproxima, uma jornalista de investigação austríaca está advertindo o mundo que o grande crime da história da humanidade que está a caminho.
Jane Burgermeister tem vindo a registar o arquivamento recente de acusações penais do FBI contra a Organização Mundial de Saúde (World Health Organization), e a United Nations (UN) e diversos altos membros do governo e de entidades oficiais a respeito do bioterrorismo e de tentativas de serem cometidos assassinatos em massa. Preparou igualmente uma injunção contra a vacinação forçada prevista na América. Estas acções seguem-na a acusações arquivadas em Abril contra a Baxter AG e a Avir Green Biotechnology da Áustria, relativas à produção contaminada de vacina contra a gripe das aves, alegando tratar-se de um acto deliberado para causar uma pandemia e lucrar com ela.

Sumário das queixas do FBI e das alegações, arquivadas na Áustria, em 10 de Junho de 2009

Em suas acusações, Burgermeister apresenta a evidência dos actos do bioterrorismo, em violação da lei dos EE.UU, por um grupo operando dentro dos EE.UU. sob orientação de banqueiros internacionais que controlam a reserva federal, assim como a WHO, as UN e a OTAN. Este bioterrorismo tem a finalidade de realizar um genocídio maciço da população dos EE.UU. por meio de um vírus pandémico geneticamente projectado da gripe, com a intenção de causar a morte. Este grupo apoderou-se de elevadas funções de governo nos EE.UU.

Especificamente, apresentou evidências de que os réus - Barack Obama, presidente dos E.U., David Nabarro, coordenador para a gripe, Margaret Chan do sistema do UN, diretor-geral do WHO, Kathleen Sibelius, secretária do departamento da saúde e serviços humanos, Janet Napolitano, secretária do departamento da segurança de pátria, David de Rotschild, banqueiro, David Rockefeller, banqueiro, George Soros, banqueiro, Werner Faymann, chanceler de Áustria, e de Alois Stoger, ministro de saúde austríaco, entre outros - são parte de uma organização internacional, um sindicato de crime, que desenvolve, produz, armazena e utiliza armas biológicas para eliminar a população dos EE.UU. e de outros países para e ganhos políticos e financeiros. As acusações afirmam que estes réus conspiraram secretamente uns com os outros e planeiam financiar e participar na fase final da execução destas armas biológicas internacionais, programam o envolvimento das companhias farmacêuticas Baxter e Novartis. Elas conceberam esta bioengenharia de libertação de agentes biológicos letais, especificamente os vírus da “gripe das aves” e vírus e da “gripe dos suínos”, a fim terem um pretexto para executar um programa forçado de vacinação maciça, como meio de administrar um agente biológico tóxico para causar morte e sofrimento aos povos dos EE.UU. Esta acção violação directamente o Acto Anti-terrorista das Armas Biológicas.

As acusações de Burgermeister' incluem a evidência de que aBaxter AG, subsidiária austríaca da Baxter International, enviou deliberadamente 72 quilos de vírus vivo da gripe de pássaro, fornecidos pelo WHO no inverno de 2009 a 16 laboratórios de 4 países. Reivindica que esta evidencia prova claramente que as companhias farmacêuticas e as agências governamentais internacionais, elas mesmas, estão determinadas activamente em produzir, em desenvolver, em manufacturar e em distribuir os agentes biológicos classificados como as bioarmas mais mortais na terra a fim provocar uma pandemia e causar a morte massiva.

Nas suas acusações de Abril ela frisou que o Baxter' Lab da Áustria, um dos biolaboratórios supostamente mais seguros do mundo, não cumpriu as práticas as mais básicas e mais essenciais para manter seguros 72 quilos de um micróbio patogénico classificado como uma bioarma, separando-o de todas substâncias restantes, conforme regulamentos estritos ao nível do biosegurança, mas permitiu que fosse misturado com o vírus humano ordinário da gripe e enviou-o para as suas dependências em Orth no Donau.

Em Fevereiro, quando um quadro da BioTest, da República Checa, testou o material, proposto para vacinar doninhas, as doninhas morreram. Este incidente não foi acompanhado por nenhuma investigação do WHO, da UE, ou das autoridades de saúde austríacas. Não houve qualquer investigação ao conteúdo do material do vírus, e não há nenhum registo sobre a sequência genética do vírus libertado.

Em resposta a perguntas parlamentares em 20 de Maio, o ministro de saúde austríaco, Alois Stoger, revelou que o incidente tinha sido provocado não por um lapso de biosegurança, como deve ter sido, mas como um incumprimento do código veterinário. Um médico veterinário foi enviado ao laboratório para uma breve inspecção.

A documentação de Burgermeister' revela que a libertação do vírus teria sido uma etapa essencial para provocar uma pandemia, que permitisse que o WHO declarasse uma pandemia do nível 6.Ela lista as leis e decretos que permitiriam que as UN e o WHO actuassem sobre os Estados Unidos no caso da pandemia. Acresce que a legislação impõe conformidade com vacinações forçadas nos EE.UU., na circunstância de uma declaração pandémica.

Ela acusa que o complexo negócio da pandemia da “gripe dos suínos”, como premissa da morte massiva, não é motivado por qualquer vírus natural que ameace a população. Ela apresenta evidencias que demonstram que os vírus da gripe das aves e dos suínos resultam, de facto, de engenharias biológicas nos laboratórios financiadas pelo WHO e por outras agências governamentais. Esta “gripe suína” é uma parte híbrida da gripe dos suínos, parte da gripe humana e parte da gripe das aves, algo que pode somente ter origem em laboratórios de acordo com muitos peritos.

As alegações da WHO, no sentido de que esta gripe dos suínos se está a espalhar e que deve ser declarada uma pandemia, ignora as causas fundamentais. Os vírus foram libertados, foram criados e libertados, com a ajuda da WHO, e a WHO é, antes de tudo o resto, opressivamente responsável pela pandemia. Além disso, os sintomas da suposta “gripe dos suínos” são indistinguíveis dos da gripe regular ou do frio comum. A “gripe dos suínos” não causa morte mais frequentemente do que as causas normais de morte pela gripe comum.

Burgermeister nota que os indicadores de mortes reportados para a "gripe dos suínos” são inconsistentes e que não há nenhuma clareza a respeito de da documentação dos registos dessas mortes. Não há nenhum potencial pandémico a menos que sejam realizadas vacinações maciças para “armar” (provocar) a gripe sob a desculpa de proteger a população. Há um campo razoável para acreditar que as vacinas imperativas estarão contaminadas propositadamente com doenças, as quais serão especificamente designadas como causa de morte.

Existem referências a uma vacina licenciada da gripe das aves, da Novartis, que matou 21 dos sem-abrigo da Polónia no Verão de 2008, a qual foi preliminarmente aceite como causa, que se adequa à definição de arma biológica usada pelo governo dos EE.UU (um agente biológico projectado para causar eventos adversos, isto é morte ou ferimento) com um sistema de entrega (injecção).

Ela alega que o mesmo complexo de companhias farmacêuticas internacionais e agências governamentais internacionais que desenvolveram e libertaram material pandémico, se posicionaram para obtenção de lucro com a provocação da pandemia, através de contratos para fornecimento de vacinas. Meios de comunicação controlados pelo grupo, conceberam a agenda da “gripe suína”, e estão espalhando informação errónea para acalmarem (prepararem) a população dos EE.UU. para a toma da perigosa vacina.

O povo dos E.U. sofrerá dano substancial e irreparável, a que serão forçados ao tomar esta vacina (cujos resultados não estão demonstrados), sem necessidade do seu consentimento, de acordo com o Acto de Emergência do Estado para a Saúde, do Acto Nacional de Emergência, e de directivas específicas do Presidente e de instâncias internacionais que regulam estas pandemias.

Nos EE.UU. desde 2008, com as acusações de Burgermeister, aqueles que são referidos nas suas alegações aceleraram a preparação e execução das leis e dos regulamentos que visam desarmar os cidadãos dos E.U. de seus direitos constitucionais legais de recusa de uma injecção. Essa gente criou ou preparou as condições para permanecer em postos em que podem determinar que é um delito recusar tomar uma injecção contra os vírus pandémicos. E impuseram outras penalidades excessivas e cruéis, tais como o aprisionamento e/ou a quarentena em acampamentos do FEMA, barrando aos cidadãos dos EE.UU. o direito de reivindicarem compensações contra o ferimento ou a morte por injecções forçadas. Isto é uma violação das leis sobre a corrupção federal e o abuso da administração, assim como da Constituição e da Declaração de Direitos. Com estas acções, os réus nomeados impuseram os fundamentos para o genocídio massivo.

Usando a “gripe dos suínos” como pretexto, os réus pré-planearam o assassinato em massa da população dos EE.UU. por meio de vacinação forçada. Instalaram uma extensa rede de campos de concentração do FEMA e identificaram locais maciços e graves, e envolveram-se no planeamento e execução de um esquema para entregar o poder nos EE.UU. a um sindicato internacional do crime que usasse as UN e a WHO como frente para alavancar actividades ilegais e criminosas, em violação das leis que punem a traição.

Em futuras acusações, de que o complexo das companhias farmacêuticas, Baxter, Novartis e Sanofi Aventis, são parte de um programa de armas biológicas com sede no exterior financiado por esta sociedade criminosa internacional, destinado a projectar e executar o assassinato em massa para reduzir a população mundial em mais de 5 bilhões de pessoas nos próximos dez anos. O seu objectivo é espalhar o terror para justificar forçar povos a abdicarem dos seus direitas, e para forçar a quarentena maciça nos campos do FEMA. As casas, as companhias e as explorações agrícolas e as terras daquelas que são assassinados ficarão sob as garras dessa organização.

Eliminando a população da América do Norte a elite internacional acede aos seus recursos naturais, tais como a água e as terras do petróleo pouco desenvolvidas. E eliminando os EE.UU. e a sua Constituição democrática, com a sua submissão a uma União da América do Norte, o grupo de crime internacional terá o controle total sobre América do Norte.

Destaques do dossier completo

O dossier completo em 10 de Junho, é um documento de 69 páginas, que apresenta evidências para consubstanciar todas as acusações. Inclui:

O fundamento factual, que delineia as linhas de acção e os factos que estabelecem as causa prováveis, as definições e papeis das UN e da WHO, e as histórias e incidentes deste Abril de2009, manifestação da “gripe dos suínos".

Evidencia vacinas "gripe dos suínos”, definidas como bioarmas delineadas em agências governamentais, regulamentos que classificam e que restringem vacinas, e o receio dos países estrangeiros de que a vacina da “gripe dos suínos” seja usada para a guerra biológica.

Prova científica de que a “gripe dos suínos” é um vírus é um vírus artificial (genético).

Prova científica de que a “gripe dos suínos” provém de desenvolvimentos de bioengenharia para de assemelhar ao vírus espanhol da gripe de 1918, incluindo citações de Gripe Suína 2009 é a arma biológica da Gripe Espanhola de 1918 por A. True Otto, Ph.D., N.D., e de um artigo da Scienze Magazine do Dr. Jeffrey Taubenberger entre outros.

A sequência do genoma da “gripe dos suínos”.

Evidência da libertação deliberada do " gripe dos suínos” no México.

Evidência o envolvimento do presidente Obama, que delineou a sua viagem ao México coincidindo com a recente manifestação da “gripe dos suínos” e a morte de diversos oficiais envolvidos na sua viagem. A questão é porque o presidente não foi nunca testado sobre a “gripe dos suínos” porque teria sido previamente vacinado.

A evidência a respeito do papel da Baxter e da WHO na produção e libertação do material pandémico do vírus em Áustria, incluindo uma indicação oficial da Baxter que indica que o H5N1 acidentalmente distribuído na República Checa foi proveniente de um centro de referência do WHO. Inclui a delineação de evidências e alegações constantes das acusações de Burgermeister, arquivadas em Abril na Áustria e que estão actualmente sob investigação.

A evidência de que a Baxter é um elemento de uma rede secreta de armamento biológico.

A evidência de que a Baxter contaminou deliberadamente o material da vacina.

A evidência de que a Novartis está a usar as vacinas como bioarmas

Evidência a respeito do papel da WHO' no programa das bioarmas.

Evidência de manipulação pela WHO de registos da doença a fim justificar a declaração de um nível pandémico de grau 6, por forma a obter o controle da situação nos EUA.

Evidência a respeito do papel da FDA (Food and Drugs Administration) na cobertura dada ao programa das bioarmas

Evidência a respeito do papel do Laboratório Nacional de Microbiologia do Canada no programa das bioarmas.

Evidência da participação dos cientistas que trabalham para o UK' s NIBSC, e o CDC na engenharia da “gripe dos suínos”.

Evidência as vacinações provocadas pela mortal “gripe espanhola” de 1918, que incluem a opinião do Dr. Jerry Tennant de que o uso difundido de aspirina, durante o inverno que seguiu o fim da Primeira Guerra Mundial, poderia ter sido um factor chave que contribuiu para uma antecipação da pandemia, pela supressão do sistema imunitário e diminuição da temperaturas dos corpos, favorecendo a expansão dessa pandemia. O abaixamento da temperatura dos corpos pelo uso de Tamiflu e Relenza pode contribuir para a propagação de uma pandemia.

Evidência a respeito da manipulação do quadro jurídico para permitir o assassinato em massa com impunidade.

Edições constitucionais: a legalidade versus a ilegalidade de comprometer a vida, a saúde e os bens do público por vacinações massivas.

Uma edição sobre imunidade e compensação, como a evidência da intenção de cometer um crime.

Evidência a respeito da existência de um sindicato internacional do crime.

Evidência da existência do " Illuminati".

Evidência sobre a agenda de despovoamento do Illuminati/Bilderbergs e da sua participação na engenharia e da libertação do vírus artificial da “gripe dos suínos”.

Evidência de que o tema da gripe biológica foi debatido na reunião anual de Bilderberg, em Atenas, 14 a 17 de Maio de 2009, como parte da sua agenda do genocídio, a qual incluiu uma lista de participantes que, de acordo com uma indicação feita uma vez por Pierre Trudeau, visam eles mesmos ser geneticamente superiores ao resto da humanidade.

Os meios de comunicação mantém os americanos indecisos (“à nora”) e debaixo desta ameaça

Jane Burgermeister é um irlandês/austríaco que escreva para a Nature The British Medical Journal, e o American Propect. É o correspondente europeu do website The Renewable Energy World Ela escreveu extensivamente sobre a mudança do clima, biotecnologia e ecologia.

Além do que as acusações actualmente sob investigação, sobre Baxter AG e a Avir Green Hills Biotechnology, em Abril, ela promoveu acusações contra a WHO e a Baxter, entre outras acerca do caso da explosão de tubos de ensaio utilizados por um laboratório suiço em pesquisas sobre a “gripe dos suínos”.

Em sua opinião, o controle dos media pela elite actual tem vindo a permitir que o sindicato mundial o crime promova a sua agenda, pela calada, enquanto os povos permanecem na obscuridade sobre o que está realmente a acontecer. As suas acusações são uma tentativa de romper esse controle sobre os media e de trazer a verdade para a luz.

O seu principal interesse é esse "pese o facto da Baxter ter ficado vermelha por ter ficado tão perto de ter provocado a pandemia e de a ver travada, mas eles estão igualmente a atirar-se para diante, juntamente com a aliança das companhias farmacêuticas, como fornecedores de vacinas para a pandemia”. A Baxter está a acelerar para colocar a vacina no mercado em Julho.


Para mais informação:
http://www.naturalnews.com/025760.html
http://birdflu666.wordpress.com/200...
http://in.news.yahoo.com/137/200906...
http://timesofindia.indiatimes.com/...

Judeus pressentem

31/05/2009 15:41:34Diversos - Judeus pressentem
JUDEUS PRESSENTEM (Tradução livre, Luiz Fernandes)
http://israelinsider.ning.com/forum/topics/torah-codes-predict-and-warn

Dois investigadores judeus, Joel Gallis e Dr. Robert Wolf, afirmaram com absoluta certeza, em Maio de 2007, muito antes de Barack Hussein Obama ter vencido as suas primeiras primarias e quando parecia que Hillary Clinton seria já algo certo, Obama seria o presidente dos Estados Unidos.Mais recentemente, em Agosto de 2008, os docentes relataram que o nome de Obama "interceptava", com uma passagem no livro do apocalipse de Daniel, capítulo 7, e especificamente Daniel 7:25, que fala do ultimo "rei" que oprime o povo de Deus sobre a rubrica de levar a "mudança" para o mundo. Os estudiosos demonstram que o número equivalente de "Barack Hussein Obama" em gematria - a prática de encontrar o valor numérico das letras e criar associações entre palavras e frases - é 501. Num artigo de Agosto de 2008, os estudiosos relacionam que este número está associado com o "fim dos dias" e dois factores, que dizem indicados pela Torah, desencadeariam o apocalipse: a ascensão do Islão e ao fato de que os judeus vão trazer a sua própria queda – pela sua ajuda a eleger Obama:
“A ligação é que os descendentes de Yishmael são o mal que irá suceder ao povo judeu naquela época. Nós iremos trazer a ira de Deus através do trabalho das nossas mãos, במעשה ידיכם (uma gematria de 501), bem como o mal da ישמעאלים (também uma gematria de 501) vai cair sobre nós. Então, o que poderiamos ter feito com as nossas mãos provocasse a ira de Hashem (Deus*)? Com nossas próprias mãos financiamos e trabalhos para colocar as pessoas erradas no poder, sobre nós. Esta acção resulta na nossa queda. Ao colocar no poder líderes em Israel que não acreditam em Deus, assim ajudamos a trazer o colapso espiritual. E por eleger líderes perigosos na América e noutros países, nós criamos a nossa própria ruína física e moral. Votamos nestas pessoas, nós as colocamos no poder, e nós ajudamos a arranjar dinheiro para eles. Este trabalho, inapropriado, de nossas mãos trará o mal sobre nós sob a forma de Yishmael. Porque não é penas 501 o valor de במעשה ידיכם (o trabalho de nossas mãos), e o nosso castigo, o ישמעאלים, mas também está ligado ao próximo Presidente dos Estados Unidos que estamos a ajudar a colocar no poder através de esforços judeus. Porque 501 é também a gematria de ראש (chefe*) representando o novo chefe, ou líder da América.Então, quem será o novo ראש (chefe*) da América? Nossos leitores provavelmente ficarão chocados ao saber que 501 é também a gematria de ברק חוסיין אובאמה, Barack Hussein Obama. Hachem (Deus*) vê-nos como inúmeros judeus, especialmente em Hollywood, Califórnia, com pressa para enviar seu dinheiro para a campanha de Obama. E assim, com as nossas próprias mãos, nós estamos no processo de elevar um descendente de Yishmael, colocando-o como nosso Rosh (primeiro*) na Casa Branca, a apenas 7 anos após 9 / 11. Ele é realmente o mal que nos irá acontecer no “final do dias”, o mal que Moisés falou a nossos antepassados.Mas há quem argumente que Obama é jovem e enérgico na sua aparência e suas ideias. Porque é que não devemos acreditar nele quando ele diz as palavras mágicas que amigo de Israel? Como é que nós realmente sabemos que ele é perigoso para nós? Não só o seu nome é o mesmo, em gematria, que Yishmaelim, que comprovam que ele é um muçulmano, embora ele negue, há também uma ligação a uma iminente onda de maldade contra os judeus e o resto do mundo. Na nossa Páscoa nós derramamos uma gota de vinho quando nos referimos a cada uma das 10 pragas, e também quando nos referimos à abreviação dessas pragas, dizendo דצך עדש באחב. Bem, esta abreviatura das 10 pragas também tem uma gematria de 501, o mesmo que Barack Hussein Obama e os Yishmaelim. Obama e os radicais muçulmanos trarão tanta devastação, destruição e confusão para o mundo como todas as 10 pragas juntas trouxeram para o Egipto. É interessante como o rabino Yehudah, que apresentou o acróstico ou abreviatura das pragas, tomou a primeira letra de cada praga hebraico. No entanto, no que diz respeito à última praga, מכת בכרות, o assassinato do primeiro nascido, ele tomou a “bais” (a primeira letra da segunda palavra da praga, peste), mais do que um “mem” (a primeira letra da primeira palavra). Talvez ele soubesse que, no futuro, durante o fim dos dias, haveria um Obama. Talvez esta mensagem seja um aviso para nós e que tem estado codificada no Haggadah (texto relegioso*) há quase 2 mil anos até hoje.
O ministro dos negócios estrangeiros do Hamas aprovou recentemente Obama para presidente. O Los Angeles Times dedicou um longo cabeçalho, " Aliados de palestinianos vejam um amigo em Barack Obama. " Ali Abunimah, um residente do distrito de Obama, afirma que Obama disse há vários anos, quando estava a correr para o Senado, que estava com pena de não poder falar mais sobre a causa palestiniana uma vez que estava constrangido pelas primarias aquilo que ele poderia dizer. Daniel 7 (25) trata do último rei da 4 ª besta do exílio que rebaixará 3 outros reis. Rav Saadia Gaon afirmou que os 3 reis ou líderes que serão humilhados, rebaixados, são provenientes de Israel, Grécia (representando a Europa), e Yishmael (representando as nações árabes). Este altivo, arrogante rei vai falar palavras contra a Deus e contra o povo judeu, e ele vai tentar mudar os tempos e a lei. Que interessante é que esta mesma palavra, “mudança”, é a palavra-chave usada por Obama em sua campanha? A mensagem do fim dos tempos, codificada, que Yaakov(Jacob*) deu aos seus filhos não foi decifrada por eles. Mas a nossa geração, a geração que vive no fim dos dias, pode compreender as pistas e quebrar o código.
Na declaração do Yaakov existem 4 palavras אשר יקרא אתכם באחרית (que irão suceder-lhe no final). A palavra אשר que descreve a identidade do mal tem uma gematria de 501 da mesma forma que Barack Hussein Obama. E se você olhar para a palavra באחרית, no final, as 3 primeiras letras conter as iniciais do Obama. O Bais é para ברק Barack, o Aleph é para אובאמה Obama, e os Ches é para חוסיין Hussein.”

Os académicos, utilizando as pistas do livro de Daniel, dizem que Obama vai governar como "Rei", três anos e meio. Na sua transmissão radiofonica de Maio, eles atribuem significado especial para a data de 8 de Abril de 2009, na véspera da festa da Páscoa (Pessach), quando 28 em 28 anos a "Bênção do Sol" deve ser recitada. Eles acreditam que, entre agora e essa data não haverá acontecimentos dramáticos que envolvem o Irão.
* nota do tradutor
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OBS: Inexplicável a cegueira de milhões de americanos, a não ser pela falta absoluta de oração naquele país, da falta de Deus em suas vidas o fato de não perceberem que de fato elegiam seu coveiro em Obama. Há quem fique furioso quando falamos isso, mas nada como um dia após outro.
Aqui os pesquisadores dizem ter desvendado através dos códigos a verdadeira identidade de Obama, mas não se precisaria disso, bastaria estar ligado em Deus para sentir, desde o início. Muitos judeus o ajudaram a eleger-se mas se arrependerão amargamente. No meu entender, será Obama quem irá retirar o apoio incondicional dos EUA em relação a Israel, fato que não permite um ataque de qualquer nação contrra eles. Não o fazem apenas por medo, mas seu desejo é enorme em destruir aquela nação.
Uma vez retirado este apoio a Isarael por parte dos poderosos americanos, os povos de Ismael se sentirão livres para ataca-lo... Bem, não precisa de códigos para saber o que irá acontecer com quem atacar Israel, isso está bem claro em Zacarias e outros profetas.
Nem será preciso elucubruções e cálculos para saber o que acontecerá com Obama e com sua nação arrogante.