Apresentação

Análise da relação entre Consciência Ambiental, ONG s Ambientalistas e os interesses internacionais do G-7, Primeiro Mundo e Nova Ordem Mundial. Interação entre Movimentos de Preservação Ambiental, Greenpeace e ideologia da Nova Ordem Mundial. Quais são os Países Centrais e os Periféricos. Porque brasileiros Ambientalistas defendem interesses do Primeiro Mundo? Não será meio de impedir crescimento de Nações Subdesenvolvidas? Temos tempo para pensar em nosso criador, Deus? Temos tido tempo de pensar nos sinais dos tempos, nos acontecimentos atuais, tal como o apocalipse? Pandemias, viroses, pestes, terremotos, tsunami, terrorismo induzido, crise financeira mundial. Cadê o aquecimento Global?, é só notícia; observem nossos invernos, são muito frios; qual praia que você conhece sumiu, em virtude de subida das águas pelo tal aquecimento global? Isso é terrorismo induzido. Quase tudo é só notícia e manchete por interesses terceiros ocultos. Após conhecer estes assuntos você nunca mais verá as notícias dos jornais da mesma forma que via antes.

Máfia VERDE: O AMBIENTALISMO A SERVIÇO DO GOVERNO MUNDIAL

O livro "Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial" foi publicado pela revista-editora, Executive Intelligence Review. Consta como seu editor, Lorenzo Carrasco, seu diretor no Brasil, mas a responsabilidade intelectual pela obra é atribuída ao empresário norte-americano Lyndon LaRouche, proprietário da Revista. Dono também de idéias controvertidas e contestadas por facções ambientalistas do mundo inteiro. O texto denuncia fortemente o que há um “viciado radicalismo ambientalista imposto ao Brasil, com conivência do Governo Federal”. Sustenta que no Brasil, a própria palavra “madeireiro” virou sinônimo de criminoso. Em decorrência disso e através de uma “intensa lavagem cerebral promovida por um catastrofismo ambientalista que faz acreditar que as atividades humanas, principalmente as industriais, estão levando o mundo a um beco sem saída ambiental”. Argumenta se tratar de uma guerra (entraves) contra o desenvolvimento (não só o econômico, mas principalmente o desenvolvimento social) e a soberania nacional. Chegando a ser uma calamidade social, pois, além das pessoas que estão sendo desempregadas apenas nas cadeias produtivas florestais, agregam-se os outros setores produtivos diretamente afetados pelo radicalismo ambientalista-indigenista e os milhões de empregos que se estão deixando de produzir nas incontáveis obras de infra-estrutura paralisadas por exigências ambientais disparatadas e um irracionalismo que não responde às necessidades nacionais e pelas pressões internacionais dos grupos que agendam a pauta das principais ONGs no país. Defende também que as políticas ambientalistas de Lula não passam de miragem para enganar incautos que ainda restam dentro do próprio setor florestal. Destacando-se políticas de perseguição contra o setor madeireiro, que só confirmaram o alinhamento incondicional ao ambientalismo internacional, passando por cima do próprio Congresso Nacional. O editor do livro, Lorenzo Carrasco, subordinado do senhor Lyndon LaRouche, sendo aqui seu chefe-de-escritório desde 1985, foi convocado para depor na CPI das ONG´s do Senado Federal. Mas, não foi só isso que as idéias contidas no seu livro suscitaram. Despertaram a ira do Fundo Mundial para a Natureza, o WWF, tida como a principal ONG ambientalista do mundo, que insurgiu-se contra tais argumentos e proveu ações judiciais para impedir que o livro fosse vendido, pois, atinge a sua imagem institucional. A ação foi impetrada pelo escritório de advocacia Barbosa, Müssnich e Aragão, do qual um dos sócios, Francisco Müssnich (envolvido no escândalo de espionagem do Banco Opportunity, de seu cunhado Daniel Dantas), ocupava um lugar na diretoria do WWF-Brasil, tida no texto como controladora de grupos oligárquicos que manipulam o poder econômico do "Governo Mundial". No livro, os autores apontam que a Rede Globo de Televisão tem aderido às campanhas ambientalistas da WWF-Brasil, sendo que, até há pouco tempo, José Roberto Marinho, vice-presidente da Fundação Roberto Marinho, era o seu Presidente no Brasil. De qualquer modo, a controvérsia está sob judice. De um lado, dissimulados protetores dos madeireiros, do delito ambiental e da exaustão sem limites dos recursos nacionais. De outro, uma ONG multinacional que vive das benesses do capital mundial sob o pretexto de proteger o que não lhe pertence. No meio, a natureza nacional (e mundial), cada vez mais desprotegida.
MÁFIA VERDE: O AMBIENTALISMO A SERVIÇO DO GOVERNO MUNDIALLyndon LaRouche, Rio de Janeiro:Executive Intelligence Review, 2007, 137 p.

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/dictionary/1833244-m%C3%A1fia-verde-ambientalismo-servi%C3%A7o-governo/

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